30 de jan de 2008

Perguntar não ofende!


Prezado sr(a):

Recentemente renovei minha carteira de motorista por ter completado 50 anos. Logo após eclodiu o escândalo de desvio de dinheiro no DETRAN/RS, onde várias personalidades do governo estavam envolvidas.

Agora descobri que minha carteirá foi assinada pelo Sr. Flávio Vaz Neto, um dos envolvidos e investigado pela Polícia Federal.

Esta carteira tem alguma validade? Serei preso ou indiciado por cumplicidade, por estar trafegando com uma carteira de motorista assinada por um indiciado em uma fraude de desvio de dinheiro público?

Aguardo sua reasposta!

------------------------------------------------------------------------------------

O DETRAN-RS não respondeu o e-mail. Pior do que isso foi que parte do dinheiro pago pela renovação, participou da verba eleitoral de candidatos que nem sob efeito de alucinógenos votaríamos! E estão mais quietos do que guri cagado!

--------

Simon ("MDB"-RS), o ético na casa do vizinho!


Muito boa essa charge do amigo Eugênio Neves (http://dialogico.blogspot.com/), sobre um Senador que já não grita tanto depois de destampados os "bueiros" dos governos YEDA e FOGAÇA!

28 de jan de 2008

A Segurança Pública no RS, está uma piada!


No último domingo à tarde (27/01/2008), quem foi andar na orla do Guaíba entre o Gasômetro e a rotatória das Cuias, pode perceber o total abandono pelos órgãos competentes de segurança do estado, dos cidadãos que freqüentavam aquele local.

Ninguém me contou, eu estive lá, e comentei com amigos, o que aconteceria em caso de alguma necessidade, uma tragédia, uma briga e ter que ligar para o 190? O policiamento, antes de mais nada, deve ser preventivo.

Pois não deu outra!

Quando estava me retirando, cruzei por um piquete de gente mal-educada montada em cavalos. Bebiam e zombavam dos que ali estavam. Percebia-se claramente tratar-se de uma tribo alienígena ao local. Confundi-me entre o que era o cavaleiro e a cavalgadura, com perdão aos cavalos!

Zombavam de meninas menores que vendiam algodão doce, de três rapazes que estavam conversando sob uma árvore, e assim por diante, circulando perigosamente entre os que aproveitavam os diferentes espaços de lazer – famílias com crianças, casais de namorados, jovens de bicicletas, etc. Até que um dos “cavalariços” passou a agredir a sua montaria. Foi aí que um cidadão intercedeu e fora agredido com chicote pelo “cavalariço”!

Instalou-se o tumulto e só então a polícia compareceu, pois ELES NÃO ESTAVAM ALI! Foram chamados!

NÃO vi nenhum policiamento durante as duas horas que por ali estive.

Agora,caro Secretário, 1000 policiais para atuar junto ao MST, isso a Secretaria tem, não é mesmo?

A Operação Golfinho está uma vergonha! Os 40% menos de efetivo denunciado por um Comandante da Brigada Militar, foi resolvida com a demissão do comandante e não com aumento do efetivo! Isso é uma piada. Este comandante deveria receber uma medalha, por denunciar essa fraude que é a Segurança no RS.

Secretário Mallman, apesar do RS ser um estado com uma forte atividade rural, nem todos que lêem esses jornalecos pés-rapados que temos por aqui, são mulas.

Basta sair de carro ou caminhando para se constatar a diminuição do efetivo. As torres de Salva-Vidas, nem se fala. Várias estão com apenas um elemento. O Sr. saberia quantos salva-vidas tinha na torre central da praia de Xangri-lá a aproximadamente 20 anos ? Três, secretário. Nas demais, dois. Eu tenho 50 anos e sei do que estou falando!

Qual é o efetivo de uma cidade como Barão e Salvador do Sul? Quantos carros e destes quantos têm gasolina? É uma vergonha secretário, isso partindo de uma governadora dissimulada e que se elegeu para melhorar o que estava um caos. Um caos!

As proteções construídas para os carros da Brigada, em diversos lugares de Porto Alegre, são um recanto de fantasmas. Um exemplo é a que existe em frente ao Shopping Praia de Belas.

O que está nas ruas aos olhos vistos, não pode ser negado. No Bairro Menino Deus, vários incidentes ocorreram nos últimos 30 dias. Assalto com metralhadoras em hospital, seqüestros relâmpagos na José de Alencar e, assalto a veículo com uma senhora ferida no ombro na Av. Praia de Belas esquina com Barbedo – eu vi! Tiveram que ocorrer vários problemas de segurança na área, para só então se ver policiais em torno do Hospital Mãe de Deus.

Estamos assistindo a um desastre da política de segurança que, quero crer, seja responsabilidade direta da Governadora Yeda Crusius e não de um Secretário oriundo da Polícia Federal, que deveria ser seguida como exemplo pelas polícias estaduais. O caso da falcatrua do Detran-RS, é o exemplo de como a segurança e os crimes são encarados pelos órgãos competentes do estado, jogados por conveniência para baixo do tapete. O que a Governadora teme? É de rir para não chorar.

Segurança, Secretário, não é sensação como a imprensa calhorda tenta nos convencer, pois a dor de um tiro ou uma facada nas costas NÃO É UMA SENSAÇÃO!

Não é meter o pé na porta em casebres, não é arrastar pessoas pelos cabelos, não é maltratar delinqüentes. É respeitar a lei pelos que reprimem quem não respeita a lei. Não há quem esteja dispensado disso; nem mesmo a Governadora e seus asseclas. Os piores marginais não moram na Vila Areia ou Cruzeiro, mas nos bairros nobres da capital!

E segurança se faz com políticas públicas, inteligência, prevenção, respeito e policiamento ostensivo. Não com relatórios e estatísticas furadas para inglês ver! É um deboche à nossa inteligência. É uma fraude a boa fé dos cidadãos.

Mas há uma pessoa, aqui por esses pagos, que deveria dar seu parecer sobre o assunto, mas parece que o gato lhe comeu a língua: o deputado Vieira da Cunha; a maior “sumidade” no hemisfério sul do globo terrestre, sobre o assunto segurança pública!

Ou seria uma "papagaiada"?

_______________________

Mas que tal a Brigada Militar usar os bafômetros nos guascas que montam cavalos e fraquentam CTGs?

"Isso tem que ter fim"!

25 de jan de 2008

Tem gato na tuba!

Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini

Yeda Crusius, a honesta, inaugura estação de transmissão da CEEE, juntamente com o também honesto Prefeito de Garibáldi, Antônio Cettolin. Esta monumental obra é de fazer inveja à cidade-irmã de Garibaldi, Conegliano na Itália.
Yeda e Cettolin juntos???
Hummmmmmmm, só pode ter gato na tuba.
Cettolin é alvo de diversas investigações pelo Ministério Público.
Yeda, ainda não!
________________
Pode ser visto em primeiro plano Delson Martini, que foi responsavel pelo setor financeiro no Hospital Conceição. Delson representava a família Crusius naquela administração, durante o governo FHC. Mesmo espírito de "gestão" e "emprendedor" estão sendo aplicados no governo de Tia Yeda!

O cachimbo alucinógeno da paz!


Foto de Capa do Correio Do Povo, de 24/01/2008 - ALEXANDRE MENDEZ
Não é uma cena da Casa do Espanto, mas o Vice-Governador Feijó, o bolicheiro falido e a Governadora Yeda Crusius, a honesta, selando a paz.
Pela cara da Governadora, que Deus nos proteja!

Pergunta que não quer calar:


Dias 15 e 16 de Fevereiro, ocorre o Planeta Atlântida. O Grupo RBS desenvolve uma hipócrita campanha contra a violência no trânsito.
Haverá policiais com bafômetros fiscalizando os motoristas participantes daquele evento?

Estará sendo fiscalizado o excesso de velocidade?

Ou será mais uma campanha destinada à casa do vizinho, como é especialidade da RBS!

Leia:

>Diário Gauche
>La Vieja Bruja

Yeda e o Detran-RS: Quem não deve, não teme Governadora!


Segundo a coluna da porta-voz e vidente do ” jornaleco da Azenha”, Rosane de Oliveira :

“O problema é que na entrevista à rádio, Yeda acabou não se limitando apenas a criticar o "método" com que a PF chamou Eliana. Ampliou a polêmica ao sugerir que a Polícia Federal não deve fazer investigação no seu governo. Como exemplo de interferência indevida da PF, Yeda afirmou que não cabe a ela, governadora, se meter na investigação da Universidade de Santa Maria, instituição federal que está no centro das denúncias de fraude no Detran. Da mesma forma, não caberia aos policiais federais investigarem o seu governo.” (extraído da coluna de Rosane de Oliveira, a honesta, do jornaleco da Azenha de 25/01/2008)

A conclusão que se chega é que se a PF, ao investigar um crime, provoca problemas ao governo de Yeda Crusius, a honesta, é que a investigação esta esquentando!

O ex-Secretário Bacci, ao deixar o cargo de Secretário de Segurança, já afirmava isso.

A Governadora mentiu mais uma vez ao afirmar que a PF não está investigando a FATEC. Yeda, a honesta, já havia mentido durante a campanha eleitoral afirmando que não pretendia aumentar impostos.

Como é sabido sobre a morosidade de decisões nas procuradorias, e ainda mais sobre aposentadorias em que a documentação deve ser detalhadamente, é estranha a rapidez com que o Procurador Flávio Vaz Neto, foi aposentado. Muito estranho. Parece que veio de cima, tipo assim: por bons serviços prestados.

Será que o Tribunal Eleitoral não tem interesse em investigar no que foi utilizado os 40 milhões?

Perguntas que Rosane de Oliveira, a vidente, nunca fará:

Porque a Polícia Civil não estourou essa quadrilha (do DETRAN)?

A Governadora sabia?

Onde foi utilizado o dinheiro?

Para que a Polícia Civil usa o equipamento Guardião, de escuta telefônica, para bisbilhotar os inimigos políticos da Governadora Yeda, a honesta, e não detectou a falcatrua no DETRAN-RS, quando o ex-Secretário Bacci denunciava com o assunto?

~o0O0o~

A Governadora deve ficar furiosa com os envolvidos na fraude, e não com quem está investigando essas operações fraudulentas.

A não se que esteja querendo esconder algo!

É bom lembrar que a própria PF, está investigando e prendendo a si própria e de maneira transparente, muito diferente das polícias do estado do RS!

Quem não deve, não teme!

24 de jan de 2008

Avaliação da Tia Yeda, a honesta!

Os porta-vozes do Governo Yeda, especialmente após a previsão escandalosa de 93 milhiões de Reais em publicidade estatal para 2008, não conseguem mais enganar a população sul mampitubense. Diriamos ser a população mais despolitizada do Brasil, depois de tantas enganações eleitorais.
Lasier Martins, Rosane de Oliveira e diversos articulistas de ZH e os demais jornais locais, não convencem nem as mulas.
Não há mais quem aguente a arrogânci e a cara de pau da governadora Yeda Crusius, a honesta.
Mas que essa criatura deve divertir os chargistas, isso lá deve!

23 de jan de 2008

The empire goes to fall!



O inicio da crise financeira dos Estados Unidos da América do Norte, anunciada, expõe a fragilidade do sistema monetário internacional, em especial das bolsas de valores; um mercado especulativo e de fofocas.

O discurso das grandes empresas e bancos, é pelo liberalismo total e estado mínimo, de modo que a mão invisível do mercado regule e equilibre o sistema. "Balls Shit."

Ao mínimo sinal de revés, o mercado socorre-se dos governos.
No liberalismo real, o lucro é privado, mas o prejuizo será sempre socializado.

As bolsas de valores sobem no boato e despencam no fato.
Isso é o que está acontecendo neste momento, e é um bom sinal para se começar a pensar em uma nova ordem econômica mundial, tendo o meio ambiente e o trabalhador no horizonte. Coisa que, em Davos, nunca será discutido!

O liberalismo de todos os matizes estão com os dias contados. O custo ambiental será o limitador, já que a especialidade é maltratar trabalhadores, ou como eles preferem chamar, colaboradores!

Vejo nos olhos do sr. Merval Pereira, da Globo, e de muitos outros comentaristas, um desejo incontido em ver o Brasil quebrar nas mãos do Presidente Lula.

Vão quebrar a cara!

Menos Davos e mais Fórum Social Mundial, que por sinal foi mandado embora pelo Prefeito de Porto Alegre, José Fogaça.

Fala sério, prefeito!

De A ...


"Não há crianças abandonadas, mas crianças em busca de renda." - Prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, "a cara da cidade".

Fogaça levou três anos de seu lamentável governo e chegou a esta brilhante conclusão.

Um governo de vários títulos, muito cacique, muita fumaça, muito gritedo, e pouco resultado.

Mas o que mais impressiona é o puxa-saquismo dos jornalistas-articulistas dos jornalecos locais.

São de uma cara de pau, de uma desfaçatez de envergonhar até a estátua do Júlio de Castilhos na Praça da Matriz.

A prefeitura cara da cidade, passou basicamente 3 anos sem fazer absolutamente NADA. Diziam estar arrumando a casa.
Fogaça e Eliseu Santos (o que caiu do céu) apostam que “um eleitor lembrará o que for feito por uma gestão nos últimos 12 meses antes do processo eleitoral”.

No final do ano passado, começaram obras em política de terra arrasada e nos horários de fluxo. Mas não há manutenção, não há prevenção, nas coisas mais básicas da cidade.

Mas espero que a população local esteja atenta, pois este governicho parece mais tosquia de porco. Muito grito e pouca lã!

18 de jan de 2008

Dona Yeda Crusius, a equilibrada!


"Com essa performance edificante de ontem, dona Yeda apenas ratifica o que se aprendeu dela nesses últimos doze meses: como não tem preparo para impor-se pelo consenso, pelo diálogo político continuado, acaba querendo se impor pela coerção, força e ignorância embrutecedora. "

Leia na íntegra, no portal http://www.diariogauche.blogspot.com.

17 de jan de 2008

Se Porto Alegre é demais!

De Porto Alegre
Fora Fogaça e Eliseu Santos!

Nada como um dia após o outro!


Finalmente emerge a verdade sobre a soja transgênica. Na época do Governo Olívio Dutra, houve uma batalha sobre essa questão, pois não havia autorização para o plantio ou comercialização deste tipo de soja. A batalha era diária. Farsul, produtores rurais, e empresas com interesses naquele tipo de soja, discutiam nas páginas do "jornaleco da Azenha", a Zero Hora.
A soja trangênica responde seletivamente ao fertilizante e ao herbicida; ou seja, só irá ter efeito o fertilizante da própria empresa. O pior fica para o herbicida, já que a soja será resistente ao glifosato, que é específico, permitindo altas doses do mesmo. Como resultado, a contaminação por herbicida é evidente.

Isso sem contar com as questões relativas ao monopólio, pois a patente é da MONSANTO, empresa que muito anunciou e anuncia no Grupo RBS.

“Como quase todos os monopólios, eles passam a oferecer a tecnologia barato, para que o agricultor adira. Depois que ele já aderiu e ficou dependente dessa tecnologia eles passam a cobrar os custos mais altos”-Carlos Mielitz. Leia e ouça no portal CHASQUE, matéria completa que analisa a questão do monopólio.

O que os produtores rurais prejudicados deveriam fazer é processar a RBS, pela incompetência de seus comentaristas que nunca analisaram essa hipótese. O que vale é defender o interêsse dos anunciantes.

Portanto, ligue-se. Se você quer se informar, não o faça pelas páginas de Zero Hora.

13 de jan de 2008

Um ano de Yeda Crusius: qual o balanço?


O governo Yeda Crusius foi eleito com um discurso baseado em três conceitos: novo jeito de governar, fazer mais com menos e transparência na gestão. Ao final do primeiro ano, esses três conceitos foram bombardeados pelos próprios atos do Executivo.

Marco Aurélio Weissheimer

Quando Yeda Crusius (PSDB) assumiu o cargo de governadora do Estado no dia 1° de janeiro de 2007, em uma cerimônia realizada no Palácio Piratini, ocorreu uma pequena gafe com a bandeira do Rio Grande do Sul, sem maiores repercussões. Yeda foi comemorar a posse, na sacada do palácio, com uma bandeira do RS nas mãos. Com as duas mãos, mostrou-a a seus apoiadores que estavam na rua. A bandeira estava virada de cabeça para baixo. Se olharmos para esta cena hoje, ela aparece como um símbolo profético do que estava por vir nos próximos meses.

A vida política do RS foi virada de cabeça para baixo, presenciando cenas “nunca antes vistas na história deste estado”, para usar uma expressão cara ao presidente da República. As surpresas iniciaram mesmo antes da governadora tomar posse, com a briga pública entre ela e o vice-governador, Paulo Feijó (DEM).

Logo após a campanha eleitoral, Feijó denunciou que havia sido censurado durante a campanha e impedido de expressar suas opiniões favoráveis às privatizações. Na campanha, reproduzindo o discurso utilizado pelo candidato tucano à presidência da República, Geraldo Alckmin, Yeda Crusius prometeu que não iria privatizar patrimônio público no RS. Além disso, prometeu que não iria propor aumento de impostos, dizendo que essa era uma prática do “velho jeito de governar”.

Mesmo antes de assumir, em dezembro de 2006, ela apresentou um projeto de aumento de impostos à Assembléia Legislativa. Feijó e um conjunto de aliados de Yeda rebelaram-se e fizeram oposição a um governo que sequer havia começado. O projeto de tarifaço acabou derrotado, cena que iria se repetir menos de um ano depois, quando uma nova proposta de aumento de impostos foi derrotada na Assembléia.

As marcas do novo jeito de governar
O atual governo foi eleito com um discurso baseado em três conceitos: novo jeito de governar, fazer mais com menos e transparência na gestão pública. Ao final do primeiro ano, esses três conceitos foram bombardeados pela realidade dos próprios atos do Executivo. O “novo jeito de governar” acabou traduzido por uma sucessão de conflitos em áreas estratégicas do serviço público: Segurança, Educação e Meio Ambiente.

Apresentado, nos primeiros meses, como uma vitrine desse novo jeito de governar, o secretário de Segurança, Ênio Bacci (PDT), acabou sendo demitido em meio a uma troca de denúncias envolvendo ele próprio e o delegado de polícia, Alexandre Vieira. Na área ambiental, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) também foi palco de denúncias e demissões. Na Educação, a crise do transporte escolar e a proposta de enturmação marcaram os primeiros meses de governo.

A fragilidade maior do principal conceito do governo Yeda acabou revelando-se mesmo na relação que estabeleceu com sua própria base aliada na Assembléia Legislativa. A derrota estrondosa que o governo sofreu na segunda tentativa de aprovar uma proposta de aumento de impostos, em novembro de 2007, escancarou a incapacidade do Executivo de fazer valer a maioria que tem no Parlamento.

Partiram de deputados aliados do governo as mais duras críticas e reclamações sobre falta de diálogo e negociação por parte do Palácio Piratini. No final, sobraram palavras duras como “traidores” e “traíras” para os deputados da base aliada que votaram com a oposição. A derrota na Assembléia obrigou a governadora a rever toda sua estratégia política de governo e implementar uma reforma no secretariado ao final do primeiro ano de governo, para tentar recuperar alguma força política no Parlamento.

“Fazer mais com menos”
O conceito de “fazer mais com menos” também sai enfraquecido ao final do primeiro ano de governo. A queda na qualidade dos serviços públicos, motivada pelo corte linear de 30% no orçamento de todas as secretarias, transformou o Palácio Piratini em um palco de protestos de servidores públicos.

A área da Segurança é um exemplo dramático. O governo conseguiu a façanha de unificar todas as associações de classe da Brigada Militar e a Polícia Civil. Policiais civis e militares já fizeram marchas, paralisações e operações-padrão para denunciar o sucateamento das instituições do setor e as precárias condições de trabalho. Segundo as associações da Brigada, mais da metade da frota de veículos de policiamento ostensivo está em situação irregular, com o seguro obrigatório vencido. Além disso, muitos policiais estão sendo obrigados a trabalhar com coletes à prova de balas com prazo de validade vencido.

“Transparência na gestão”
Por fim, o conceito de “transparência na gestão” chega ao final do ano torpedeado pelo escândalo do Detran. A Operação Rodin, desencadeada pela Polícia Federal, revelou um esquema de corrupção, que teria iniciado ainda durante o governo Rigotto, que causou um prejuízo de pelo menos R$ 40 milhões aos cofres públicos. Entre os presos na operação, nomes importantes do governo, como Flávio Vaz Neto (presidente do Detran) e Antônio Dorneu Maciel (diretor financeiro da CEEE), e um dos ex-coordenadores financeiros da campanha de Yeda, o empresário Lair Ferst.

Na esteira do escândalo, surgiram novas denúncias de funcionários fantasmas lotados no governo e contratos firmados sem licitação. A conseqüência política desta sucessão de denúncias é a CPI do Detran, que já tira o sono do núcleo do governo. Em 12 meses, o “novo jeito de governar” surpreendeu, de fato, o Rio Grande do Sul, mas não exatamente como a governadora prometera.

* Publicado originalmente no jornal Extra-Classe, do Sindicato dos Professores do RS (Sinpro)

Do portal Agência Carta Maior

Eles retiram, mas sempre voltará!

Tv YouTube mostra o que a Globo não mostra.

Não se deixe enganar.



Se você eventualmente chegou aqui, e quer entender um pouco do RS, leias os blogs abaixo:
1-http://www.laviejabruja.blogspot.com/
2-http://dialogico.blogspot.com/
3-http://www.diariogauche.blogspot.com/
4-http://heliopaz.wordpress.com/
5-http://www.pontodevista.jor.br/blog/
6-http://rsurgente.zip.net/
Para assuntos do Brasil, leia:
1-http://www.sivuca.com/
2-http://blogdomino.blig.ig.com.br/
3-http://conversa-afiada.ig.com.br/
4-http://viomundo.globo.com/
5-http://www.agenciacartamaior.com.br
6-http://www.projetobr.com.br/blog/5.html
7-http://www.fazendomedia.com/

Não se deixe levar pelo raciocínio rastejante dos picaretas da comunicação. Você é capaz e não dói.
Em outubro de 2002, um amigo e eu lemos durante uma semana, todos os jornais de Porto Alegre, sobre notícias políticas. Tínhamos presenciado vários acontecimentos.

Isso resultou no cancelamento imediato da assinatura de Zero Hora. Foi o jornal mais mentiroso. Os demais seguiam ZH mas com menos competência. Zero Hora continua sendo o pior.

Os jornais não publicam nada contra seus anunciantes. E o estado pode ser anunciante.

Um jornal só se cala perante o caos de um governo como o de Yeda Crusius e José Fogaça, mediante o pagamento de um pedágio. E este pedágio se chama de publicidade estatal.

No final de 2007, o Governo do Estado do RS e a Prefeitura de Porto Alegre, abriram as torneiras de verbas destinadas à publicidade. Tia Yeda, a honesta, gastará em 2008 em torno de R$ 92,9 milhões.

Este é o segredo. Portanto ligue-se e confira os blogs antes de emitir uma opinião.

Existem outros blogs que podem ser conferidos ao lado em BLOGOSFERA, OUTROS BLOGS e OUTROS PORTAIS. A informação política é convenientemente fragmentada e o intuito disso é o convencimento da população, em favor de idéias, partidos e ideologias perfeitamente identificáveis.

Não existe liberdade de imprensa, o que existe é liberdade do dono de um jornal, determinar o que e como será publicado, de vender seu empreendimento e demitir funcionários conforme seus interesses corporativos.

-------------------------------------------------------------------------------------------

O fenômeno da comunicação hoje

(...)

Podemos afirmar, com Thompson (2002), que vivemos hoje uma sociedade e uma cultura midiadas. Ao analisamos diferentes instâncias de nossa sociedade, damo-nos conta que a comunicação as perpassa de maneira nova e profunda. (...)

Isso nos leva à conclusão de que nossa cultura hoje é uma cultura midiada. A cultura vai sendo sempre mais construída e materializada na comunicação. Os hábitos, costumes, padrões de vida e de consumo, ressentem-se profundamente dos meios de comunicação.

Mas acima de tudo é talvez na construção de uma nova realidade, social e simbólica, que a comunicação esteja influenciando. Pode-se afirmar, sem receio que, em termos sociológicos, algo existe, hoje, ou deixa de existir, se for ou não veiculado. A realidade passa a ser socialmente construída (Guareschi, 2000). No momento em que determinados assuntos deixam de ser informados, deixam também automaticamente de existir para a grande maioria da população.

Ligada a isso está a questão da construção da agenda de discussão. As pesquisas mostram que mais de 80 por cento de tudo o que as pessoas falam durante o dia, seja no trabalho, no trânsito, em casa etc., é pautado pela mídia, isto é, quem coloca a agenda de discussão para essas pessoas, são os meios de comunicação. (...) A força da mídia não está, pois, apenas em construir a realidade, mas também e de maneira decisiva, em suprimir a realidade, em fazer com que determinados assuntos nunca cheguem a se constituir em “realidade” para as pessoas. É a força incontrolada dessa agenda negativa que levanta seriamente o fato de não se poder admitir que existam, numa sociedade que se quer democrática e participativa, determinados “donos” da mídia que, a seu talante, determinam se algo possa ou deva fazer parte da agenda local, nacional, ou mesmo internacional. Essa é uma questão diretamente ligada à democracia e à ética de uma nação.

Importante é também notar que os meios de comunicação não apenas “constroem a realidade”, mas a constroem dentro de determinados padrões normativos, isto é, éticos. As informações são passadas, necessariamente, envoltas em juízos de valor. Não existe neutralidade nesse campo. (...)

Finalmente, a mídia influencia também nossa própria subjetividade, a construção de nosso ser. Somos, fundamentalmente, o resultado dos milhões de relações que estabelecemos em nossa vida, desde que nascemos: relações com os pais e irmãos(ãs), com os companheiros de trabalho e lazer, relações acontecidas na escola, na igreja etc. (...)

Esse é o fato novo que presenciamos em nossos dias: uma comunicação que perpassa toda a sociedade e toda cultura. Na tarefa de pensar criticamente nossa sociedade, não podemos olvidar essa realidade influente e abrangente. " (http://www.zerofora.hpg.com.br/arquivo/guareschi_03.htm)

Leia também:

1-MÍDIA E DEMOCRACIA: O QUARTO VERSUS O QUINTO PODER (Pedrinho A. Guareschi)


Ética só na casa dos outros.


Charge de Edgar Vasques

O programa Conversas Cruzadas, com o arauto da ética, moral e bons costumes, Lasier Martins foi divertido. De certo modo, os debatedores opinavam contrários às posições do Sr. Martins, o ético.

O debate era sobre uma reportagem do Jornalista Giovani Grizotti, sobre as diárias parlamentares. Era visível o desconforto de Lasier, o ético.

Durante o programa, foram mostrados vários deputados em suas bases eleitorais e que fazem uso das diárias.

Se por um lado concordamos com a regulamentação dos gastos, por outro, todo parlamentar deve ter ao seu dispor, um montante suficiente para exercer livremente sua articulação política.

A visão de que o estado deve tratar seus funcionários como em uma empresa, esbarra em diversos pontos como por exemplo, uma empresa tem patrão e este não pode ser demitido. Mas no estado isso não funciona assim. Podemos demitir, destituir ou não reeleger.

Além do mais existe uma Constituição Federal e outra Estadual em torno das quais estão ligados estados e municípios.

O que o Sr. Lasier, o ético, esconde é uma tentativa de desarticulação política dos deputados.

É a tentativa da precarização da atividade parlamentar, fazendo com que parlamentares deixem de articular junto de suas bases, independentemente de jornais. Os articulistas políticos estariam então livres para exercer essa atividade predatória.

É bom que se diga que os jornais e a mídia eletrônica são uma importante peça no cenário político, ainda que estes discursem sobre uma informação ética, imparcial e apolítica. Pura conversa fiada.

Um deputado deve receber diária, mesmo que durma em sua própria casa. Não há problema algum, pois se ele mente sobre sua atuação e não visita suas bases, certamente não será reeleito. A democracia é cara. Outra coisa é inventar despesas, sem que elas existam.

O dia em que um estado tratar seus cidadãos como uma empresa como a RBS trata seus funcionários, este estado deverá ser destruído.

Devemos discutir o quanto o estado gasta em verba publicitária com as empresas jornalísticas, isso sim deve ser debatido!

Não será um Lasier da vida que ditará as normas de como um parlamentar deva exercer seu mandato. Mas se realmente estão procurando safados e canalhas, talvez devam começar a procurar em sua base aliada já que são todos do PRBS!

9 de jan de 2008

O acaso não existe em política!


A matéria na revista PIAUÍ*,sobre as declarações de José Dirceu, referentes à compra da sede do PT com dinheiro de caixa dois, é cadavérica de tão velha e estava enterrada.
Nada como uma exumação próxima a um ano eleitoral, para animar a direita golpista que nada tem a comemorar ao sul do mampituba, para permanecer no foco da mídia gratuitamente e com apoio irrestrito dos picaretas da comunição local.
Expõe a falta de política de comunicação do PT, a cumplicidade entre a direita, os meios de comunicação e jornalistas puxa-sacos, e a ala transgênica do PT - uma banda podre que não tem o mínimo de excrúpulos (acusam-se no jornaleco do inimigo)!
Não duvidem que, seja uma encomenda da ala Berzoini do PT, para desmontar o desafeto PT gaúcho na eleição que, se Deus quiser e o diabo permitir, substituirá La Reina de las Pantalhas. Voce já imaginou o PT coligado com o PMDB do turco e do Rizzoto? Parece que alguém já!
Eu votaria em Lula em um terceiro mandato; mas não daria um cheque em branco!
* A revista PIAUÍ, tem relação carnal com Daniel Dantas, o orelhudo ex-Brasil Telecom. Segundo o Jornalista Paulo Henrique Amorim, há suspeitas de Daniel Dantas ser parte importante da fonte dos recursos distribuidos por Marcos Valério.

8 de jan de 2008

Abra os olhos!


Como de costume, hoje assisti mais um chá de noticiários, começando pelas 19h00min, e é impressionante como a imprensa corporativa tenta fazer a cabeça dos desavisados.
No jornal da Globonews das 20h o herdeiro político de Benazir Buttho, Bilawal Bhutto, declarou, entre outras coisas em uma entrevista em Londres, que os EUA deveriam deixar de apoiar ditaduras; num claro recado à relação com o governo de seu país.
Dentre tudo que ele havia declarado, inclusive de ainda não estar preparado para assumir o comando do partido de sua mãe, estas foram as afirmações mais relevantes da entrevista.
Já no noticiário do Jornal Nacional, aquele destinado aos “Homer” deste país, a entrevista passou por um triturador e saiu ao gosto de Alí Kamel e o Sr. Wiliam Boner. A declaração de que os EUA não deveriam apoiar ditaduras, foi retirada da pauta, vá que “Homer” não entenda bem e saia com a impressão de que “americano não seja bonzinho”!
Pois é assim que funciona a imprensa golpista de direita do Brasil.
Outra curiosidade da Vênus Platinada é que quando o Governo Federal produz algum ato positivo, é tratado como Governo Federal. Já quando se trata de alguma crítica negativa, é tratado como o Governo Lula, o Lula, o aerolula e assim por diante.
Percebam que é desta maneira que a imprensa golpista de direita, que é a Globo, a RBS, e praticamente todas, atuam.
Elas todas brigam com a notícia, e de tapa!

7 de jan de 2008

Ninguém é de ferro!

Governo Fogaça


O que era bom, conseguiram piorar!

Isso tem que er fim!


A campanha contra a violência no trânsito, protagonizada pelo Grupo RBS, beira a hipocrisia em último grau!

Até as pobres mulas sabem que os motoristas gaudérios são arrogantes e mal-educados. A violência coloca por terra, tudo o que a mídia corporativa tentou nos convencer: que somos ordeiros, gentis, de boa índole e respeitamos o próximo.

Nem tocarei no assunto corrupção, desvio de dinheiro e povo politizado, pois nisso estamos abaixo do cu do cachorro!

Hipocrisia, sim, pois a campanha deveria começar na própria casa. Quem sobe o Morro Santa Tereza pelas ruas Correa Lima e Silvério certamente serão ultrapassados e em alta velocidade, por algum carro pertencente à algum veículo da RBS. E na Correa Lima, por volta ao número 1550, existe uma escola.

Os carros da NET, empresa que a RBS é acionista, também deveriam vestir este espírito solidário.

Tenho a nítida impressão, que a concorrência com a Rádio Guaiba/ Rede Record está ficando acirrada e bateu o desespero. Pena que a Record copia a RBS, no que ela tem de pior. A falta de vergonha na cara!

3 de jan de 2008

Vai longe essa criatura!


Detalhe assustador em foto(de ITAMAR AGUIAR) do
portal de fotos do Governo do Estado do RS.
Quem passou as festas de final de ano em nosso "inigualável" litoral, não deixou de perceber o novo jeito de salvar vidas. O Salva-Vidas invisível! Não é fantastico? Não fala, não reclama, não come, não ocupa espaço, não recebe diária e nem salário.
Várias guaritas, com apenas um elemento. Os veranistas, que se lixem!
~o0O0o~
Por falar em Tia Yeda, temo pelos fotógrafos; devem perder centenas de horas pra esconder as "texturas" da governadora. Mas nem tudo é possível. Nem para o inigualável PhotoShop CS3. Ele não faz milagres.

Mendelski é igual a Bush.


Outro dia ouvi de uma “çumidade” da comunicação sul mampitubense, sem surpresa alguma, a seguinte pérola: “não sei por que tanta badalação em cima de Oscar Niemeyer”.
Eu me perguntei: o que Rogério Mendelski teria em comum com as mulas, as jararacas e os micuins? A inexistência qualquer traço de raciocínio!
Se por um lado Oscar Niemeyer ma faz sentir orgulho em ser brasileiro, Mendelski me produz uma total resignação sobre a temporalidade de nossas vidas.

NIEMEYER: "O BUSH É UM MERDA"