28 de fev de 2007

O Holocauto, conforme certas conveniências de "de$umanidade"!

Pelo visto as religiões judaico-cristãs não consideram os povos indígenas da América e os escravos trazidos da África, como sendo seres humanos. O inferno está cheio de "gente de bem!"

19 de fev de 2007

Garibaldi, tchó!

Que de Uvas se engrinalde
Teu solo, amado torrão,
Fazendo Garibaldi
A terra da Promissão.

Coro do Hino às Uvas, de Affonso Aurélio Porto

16 de fev de 2007

O fim do enfumaçado “pensador” !

Hei, Paulo Santana!

Que tipo de “ser-privilegiado” o senhor pensa que é, por ter nascido em Porto Alegre? O senhor sabe qual é a diferença entre o senhor e os outros espermas que o senhor deixou para trás? Eles não ganharam o sobrenome Santana! Sua “crônica” do dia 04/02/2007, em ZH, de título “Enfim, o contrafluxo” é, no mínimo, uma demonstração do quanto o senhor é provinciano e preconceituoso – sem falar na questão da xenofobia! Após ler o que o senhor escreveu podemos, com toda a certeza, dizer: este é um homem de pensamento raso.

Sua ignorância, agora, com o assunto “demografia” já é vista logo no primeiro parágrafo, quando o senhor considera como sendo um “espetacular fenômeno demográfico” a migração populacional que está ocorrendo na cidade de Porto Alegre. Este “fenômeno” pode ser um sério indicativo de que algo de muito sério está acontecendo com a área – cidade – em questão. A isto, os demógrafos chamam de “declínio populacional”. O senhor já parou para pensar sobre este “estranho fenômeno”? Já lhe passou pela cabeça palavras como: decadência, estagnação, falta de perspectiva e desilusão?


Quando, no segundo parágrafo, o senhor “torce” para que estas pessoas que estão indo embora sejam os “não-naturais” de Porto Alegre, ou seja, os “inaturas” fico assustado, pois sinto “cheiro” de um dos maiores males da humanidade: a xenofobia!

É saudosismo ou recalque o que senhor manifesta no terceiro parágrafo? A “invasão” que o senhor se refere não foi um privilégio da cidade de Porto Alegre; este foi um fenômeno nacional devido ao processo de industrialização que este país sofreu nas décadas de 50 e 60. O recalque deve ter sido pela sua falta de coragem de migrar para o “centro do Brasil”, em vista da sua auto-afirmação, ou seja, da sua necessidade íntima de impor-se à aceitação do meio! Ou seria simplesmente a sua falta de capacidade para competir no “eixão”. O senhor utilizou, ainda no terceiro parágrafo, a palavra “horda”, quando se referiu aos gaúchos e catarinenses oriundos do interior, no sentido 1 ou 2, encontrado no Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa? Vou lhe refrescar a memória. Segundo o referido dicionário, temos na página 906 da edição de 1986 o seguinte: horda [Do tártaro urdu, “acampamento”, pelo turco ordu e pelo fr. horje.] S. f. 1. Tribo nômade. 2. Bando indisciplinado, malfazejo. Palavra pesada, não é? O senhor conhecia o seu significado? Aqui, cabe lembrar que no décimo terceiro parágrafo o senhor ressalta que aqui nós não odiamos ninguém! Nós, não! Mas o senhor...É assim que o ódio começa: quando não aceitamos os diferentes de nós.

Bem, no quarto parágrafo o senhor se superou, não foi? Só devemos avisar aos estudantes que os hunos, sob a chefia de Átila, jamais invadiu a cidade de Porto Alegre; este povo bárbaro da Ásia Central preferiu invadir a Europa. E os versinhos da música, então? É, não tem nada sobre direito autoral no “Manual de Ética, Redação e Estilo” da Zero Hora! Mesmo assim, é de bom-senso citar o autor, pois algum desavisado pode pensar que são de sua autoria; devido ao teor de saudosismo!

Chega ser cômico, quando no quinto parágrafo, o senhor “lembra” da Porto Alegre quando esta era “uma estância de repouso à beira do Guaíba” (?). De onde o senhor tirou esta informação que Porto Alegre já desempenhou a função de cidade balneária? E o Guaíba, não é? Era lindo quando era um rio! Ficou largo, sem correnteza, sem nascente, não é mesmo? Isto deve ter sido coisa destes “interioranos”! Agora, vamos combinar uma coisa: qualquer banho de cuia é superior aos do litoral norte do RS, não é mesmo?

No sexto parágrafo o senhor só faltou reclamar da ausência dos acendedores de lampiões! Sem falar naqueles que recolhiam os conteúdos dos “urinóis” e leva-os lá para os lados do longínquo arrabalde do Cristal! Sabe, Paulo Santana, eu acredito que estas hordas de “selvagens” roubaram as cadeiras preguiçosas e tomaram todo o chimarrão.


Espero que o pessoal da “especulação imobiliária”, por exemplo, o pessoal da Maiojama, não tenha lido esta sua crônica – você pode perder o emprego por causa deste sétimo parágrafo! Uma informação útil para o senhor: TODOS os bairros de Porto Alegre foram, oficialmente, criados por um decreto municipal em 1959! Não foram os “irmãos do interior” que descaracterizaram os bairros de Porto Alegre. Outra informação: no Moinhos de Ventos, também, tinha umas chácaras até a metade do século passado. Mas neste bairro não deve viver os “irmãos do interior”, não é? Lá, só deve ter gente de boas famílias do interior gaúcho: seus vizinhos, talvez?

Espero que os “irmãos do interior” que vivem na periferia de Porto Alegre, segundo sua afirmação no oitavo parágrafo, não fiquem chateados com o fato do senhor está associando-os ao crime e a violência. Vá que o senhor se distancie da Porto Alegre que o senhor "cultua" e se perca em alguma vila da franja urbana de Porto Alegre....

A alegria que o senhor demonstra, no nono parágrafo, quando da volta dos interioranos para o “Interior” é de dar inveja aos “rapazes” que invadiram Cabul - o taleban! Você, senhor Paulo Santana, está para os “irmãos do interior” como o taleban está para o povo hazara! Ainda bem que os rapazes do taleban não pensaram nos seus (deles) netos.

No décimo parágrafo o senhor externou toda a sua xenofobia; passou a chamar os “interioranos” de “estrangeiros”! Só não entendi muito bem esta relação/associação dos 70% de "estrangeiros" com grandeza, prosperidade e pujança. O senhor está menosprezando os 30% nascidos em Porto Alegre? Mas a esta altura do “campeonato”, quanto menos eu entender o senhor, mais distante estarei da animalidade.


Pronto! No décimo primeiro parágrafo os porto-alegrenses nativos, os kaigangs e os guaranis, foram finalmente, lembrados! Esta horda de bárbaros deve ter comido todos eles; ainda hoje tem gente de bem que adora dar umas "mordidinhas" neles.

O décimo segundo, o décimo terceiro e o décimo quarto parágrafos poderiam ser simplesmente “não escritos” pelo senhor, não é mesmo? Quando o senhor esteve em Paris os romanos ainda estavam por lá? A Paris conquistada pelos romanos em 55 a. C., era uma pequena aldeia de pescadores na Ile de la Cite, habitada pela tribo dos parisii. A presença dos romanos expandiu a cidade, que se ampliou até a margem esquerda do rio Sena. Que pena que os romanos, assim como os hunos, não invadiram Porto Alegre, não é? Antes da sua próxima viagem a França leia algo sobre o continente africano: Argélia, por exemplo! Em Paris não deixe de conversar com o pessoal dos "arrondissement" periféricos - pois Paris não é só Marais, Quartier Latin, Montparnasse, oui? Procure saber o que pensam sobre os “autênticos parisienses” - déjà vu! Agora, peço-lhe um favor: não se atreva a escrever um “Traçando Porto Alegre”; tem gente muito mais competente para fazer isto!

Enquanto o senhor, no décimo quinto parágrafo, não acredita que Porto Alegre está se esvaziando. Eu lhe garanto que ela está sim! Ela está se esvaziando de “articulistas” de boa qualidade. Quando alguém diz que Porto Alegre parece uma carroça, pois aqui as coisas andam, mas andam muito devagar, eu geralmente discordo. Mas quando leio algo como o senhor escreveu, eu tenho que admitir que há algo de errado na força-motriz das carroças de Porto Alegre: elas deveriam ser puxadas pelo senhor, senhor Paulo Santana!

Concordo com o senhor só no décimo sexto parágrafo: será felicidade demais!

A CARAPUÇA

PS: Qual será a opinião do articulista Paulo Santana sobre os demais brasileiros?

Ver. 18/02/2007 - 12:54h



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Enfim, o contrafluxo - Texto publicado em Zero Hora (edição de 04/02/2007) na coluna de Paulo Sant'ana.

(1) Zero Hora noticiou semana passada que Porto Alegre vem sendo alvo de um espetacular fenômeno demográfico: está se verificando um estranho contrafluxo na nossa querida cidade, as pessoas que moram aqui estão se mudando às pamparras para o Interior.

(2) Só torço para que essas pessoas que estão na contramão da corrente migratória sejam não os naturais de Porto Alegre, mas os gaúchos do Interior que estejam retornando a seus torrões ou escolhendo outros municípios para se instalarem.

(3) É que há 50 anos Porto Alegre tem sido invadida por uma horda de gaúchos e catarinenses oriundos do Interior que transformaram completamente o mapa físico e sentimental da cidade.

(4) Nós éramos, antes da invasão dos bárbaros, uma cidade apetecível, alegre, dadivosa. Depois que os hunos passaram a cercar nossas casas e apartamentos, viramos uma Babel atormentada, tiraram todo o nosso sossego. Antes da chegada dos otomanos, podíamos cantar assim: "Estou agora num lugar todinho meu Tenho uma rede preguiçosa pra deitar Em minha volta a sinfonia de pardais Cantando para a majestade, o sabiá".

(5) Isto mesmo, Porto Alegre era, antes de ser anexada e penetrada pelos interioranos, uma estância de repouso à beira do Guaíba, que ainda não era lago, pelo contrário, era um rio de águas claras e piscosas, onde tomar banho tinha uma delícia superior à das praias do Litoral Norte.

(6) E Porto Alegre era, antes das hordas selvagens e incontíveis nos imobilizarem, uma cidade de cadeiras preguiçosas e chimarrão nas calçadas.

(7) Porto Alegre era uma cidade de chácaras no início e no meio do século passado. Havia sítios em Belém Velho, Belém Novo, Serraria. E, pasmem, havia sítios na Glória, na Cavalhada e até no Partenon.

(8) Havia sítios em toda a periferia da nossa cidade. Hoje, depois que os irmãos do Interior nos descobriram e vieram em massa para cá, em vez de sítios, Porto Alegre está sitiada pelo crime, pela violência.

(9) Então, como Zero Hora noticiou, saber que os interioranos estão voltando para o Interior é animador. Isso quer dizer que meus netos serão mais felizes do que eu em Porto Alegre, que os do Interior que estão voltando para seus pagos serão mais felizes lá e nós (meus netos) mais felizes aqui.

(10) Hoje em Porto Alegre há menos de 30% de nascidos aqui do que "estrangeiros". É verdade que eles fazem a grandeza, a pujança e a prosperidade de Porto Alegre.

(11) Mas também não é mentira que eles lotaram e lotearam nossa cidade, tornando-a menos confortável para os porto-alegrenses nativos.

(12) Eu estou falando uma coisa muito séria: quando estive na Copa do Mundo da França, entrevistei muitos parisienses nascidos em Paris.

(13) E eles disseram que odeiam (não é o nosso caso, nós não odiamos ninguém) os turistas e os que se mudaram de outros lugares para morar em Paris.

(14) Os parisienses que entrevistei disseram-me que foram os turistas e forasteiros que se radicaram em Paris que tornaram sua cidade com vida mais cara (quase o dobro da do interior da França), menos confortável e segura nos metrôs e nas ruas e outras inconveniências.

(15) Eu não posso acreditar que Porto Alegre esteja aos poucos se esvaziando.

(16) Será felicidade demais.

15 de fev de 2007

O PACTO COM A MORTE. Agência Carta Maior.


Neste momento em que parlamentares e jornalistas incentivam uma reação irracional contra os assassinos do pequeno João Hélio, levantando até idéias como a pena de morte, vale discutir como são construídos os criminosos no Brasil.
Mauro Santayana
Quando uma jovem da alta classe média paulista – Suzana Richthofen - planejou e participou do assassinato de seus pais, trucidados, enquanto dormiam, a golpes de barras de ferro pelo namorado e o irmão dele, ninguém pediu a pena de morte para a moça. Ao contrário: surgiram comunidades de internautas, dizendo que a amavam. Da mesma forma, quando um índio pataxó foi queimado, enquanto dormia, para o divertimento de rapazes da alta classe média brasiliense, respeitável juíza do Distrito Federal quis desclassificar o crime, a fim de evitar que fossem levados ao tribunal do júri. Algumas das pessoas de bem da capital da República se mobilizaram, a fim de desculpar os assassinos. Eles estavam apenas querendo “brincar” com o índio. Depois se soube que os rapazes estavam sendo privilegiados na prisão: um deles saía para freqüentar o curso universitário e, entre o fim das aulas e o retorno a uma cela especial da penitenciária, tomava cerveja com os amigos.

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A construção de um bandido
Como se faz um criminoso? Os criminosos, salvo os casos de psicopatia congênita, são construídos, não nascem feitos. A nova deputada federal Marina Magessi, veterana policial carioca, não pode ser apontada como esquerdista, fanática defensora dos “direitos dos bandidos”. Ao contrário: sempre foi vista como “durona” na ação policial. Em recente depoimento à TV Câmara, em companhia do rapper MV Bill, Marina Magessi lembrou que o dia mais difícil da sua vida foi o do assalto ao ônibus da linha 174, em 2000, no Rio, porque teve que prender uma menina de 12 anos, envolvida no incidente. Ela resume o problema, ao dizer que nesses episódios não há algozes: só há vítimas. A menina era tão vítima como Sandro do Nascimento o assaltante, um sobrevivente do massacre da Candelária, que seria assassinado logo em seguida pela polícia, e a jovem Geisa Gonçalves, morta durante a intervenção policial.
...

14 de fev de 2007

Porto Alegre está a cara de Fogaça e Eliseu Santos! Episódio II




Passei a perceber com mais intensidade, lixo acumulado nas esquinas e no meio da rua. Confesso que sobre alguns passei por cima com o carro, acidentalmente. Sobre isso, tenho duas observações a fazer:

1-O lixo no meio da rua faz parte da nova modalidade de recolhimento, sob uma nova cara, a de Fogaça e Eliseu Santos, já que os mesmos foram eleitos para mudar o que estava ruim! Hoje, os coletores passam, amontoam e depois o caminhão recolhe. Tudo bem, mas eles amontoam o lixo na RUA, para não dizer no MEIO da RUA. Aí, até Lasier Martins, com seu raciocínio apurado, isento e ético consegue inferir que, ao passar um automóvel desavisado, há inúmeras possibilidades inclusive de graves acidentes. Mas na minha santa imbecilidade imagino que o procedimento anterior estava mal. É isso? Só para meu entendimento pois sou meio burro!

2-A foto foi tomada no dia 22/01/2007 por volta das 11:30. Mostra um papeleiro separando lixo em plena calçada entre as ruas Lucas de Oliveira x Felipe de Oliveira.As perguntas que não querem calar: o que esse papeleiro fazia antes da nova administração com “a cara da cidade”? Por que não se via este tipo de atitude? O que são feitos dos projetos e atividades sociais com essas pessoas? Quais são os projetos com a nova cara da cidade? Onde andará o Prefeito de Porto Alegre ( uma insistente pergunta do Blog RSURGENTE e que ninguém sabe responder?

E ao Senador Pedro Simon ( O Oráculo), mas será que agora está bom mesmo?

Hai que endurecer, pero sin perder la ternura, jamás!

Cruzada pela manutenção do bom humor, pois a quantidade de barbaridade a que somos submetidos todos os dias meus amigos, é dose pra mamute!

13 de fev de 2007

Mas Germano Rigotto não tinha resolvido todos nossos problemas de Segurança Pública?


Dia destes, em mais um exercício de auto-imolação, assisti ao programa do Bibo Nunes, que invadia a antena de minha TV! Fiquei impressionado com a capacidade de racioççínio do âncora e dos presentes ao programa. Concluíram o óbvio e o impossível de que não acontecesse: a segurança pública está uma tragédia onde, 80% dos participantes do programa tiveram familiares ou eles próprios, vítimas de assaltos, furtos, etc. Não houve quem discordasse de que estamos no pior momento da FALTA DE SEGURANÇA. Ou eu sou uma anta ou eles o são. Até o final de 2006, Rigotto e seu fiel escudeiro Otávio Germano (o Louco por Chocolate) nos contavam a lorota que haviam resolvido os problemas na área da segurança, e que tudo não passava de intriga da oposição e de uma sensação de falta de segurança. Sensação? Que mata? Que fere? Que agride? Qual será a sensação de levar um tiro em um assalto e estar morto? Estar morto seria uma sensação? Nada como o passar dos segundos para a população perceber que, mais uma vez foi engambelada!

Mas há uma hipocrisia nisto tudo; o problema é que a falta de segurança, que esses jornalecos sul-mampitubenses esconderam nos últimos quatro anos, está atingindo neste momento as classes A e B. As “pessoas de bem”, “gente ‘finíssima”, a fina flor da elite gaúcha que estão sendo afetada diretamente; como por exemplo, o furto do carro da Governadora, do carro do Subcomandante da Brigada, e o assalto ao próprio Vice-Governador ( também chamado de bolicheiro falido –
Boa noite pro porco ). Enquanto isso cidadãos comuns, trabalhadores e trabalhadoras que estavam sendo vítima de violência, tuuuuuuuuuuuuuuuudo bem! Também, tudo bem se essa violência estiver represada nas vilas. É o preço. Não tem segurança para todos e , pelo visto, muito menos agora com as novas propostas do Secretário Ênio Bacci: segurança particular com equipamentos e funcionários públicos. Mas era só o que faltava. Eta gentalha cara de pau!

As causas, não se discutem. E a injustiça social? As escolhas equivocadas feitas democraticamente pelos eleitores? Por acaso a mídia corporativa não seria também responsável pelo descalabro que nos encontramos hoje pela omissão de seus editorialistas? Até que ponto um jornal como Zero Hora (o jornal que atribui sua nota no próprio nome, segundo o chargista
Santiago) é um jornal isento e digno de mantermos sua assinatura? Que tipo de serviço presta à sociedade?

Espero que “esse novo jeito de governar” (ou de baixar o cacete – como bem descrito no
Boa noite pro porco) não nos leve a cenários dantescos como os ocorridos em São Paulo e Rio de Janeiro; mas há um forte esforço neste sentido, quando o Correio do Povo mostra uma foto de dois supostos marginais carregados pelos cabelos por um policial. Irresponsabilidade do policial (despreparado) e do jornal.

Estão tentando construir uma imagem de uma segurança que não existe pois, por enquanto, estamos nas mãos de nosso anjo da guarda, se é que até ele não nos abandonou!

12 de fev de 2007

Porto Alegre está a cara de Fogaça e Eliseu!

Na campanha eleitoral para a prefeitura de Porto Alegre em 2004, o então candidato José Fogaça falava em "mudar o que está ruim e continuar com o que é bom para a cidade”... O Alcaide de Porto Alegre declarou no final de 2006 que levaram dois anos para arrumar a casa (de tão desarrumada que estava) e agora vão governar para fora! Me enganem que eu gosto! As ruas Gerônimo de Ornelas e Ramiro Barcelos, não deixam mentir! Quer dizer que grama aparada era ruim?

De Férias na Serra...Mas continuando a infernizar o próximo!


Flagrado tucano do bem no Vale das Antas! Isso para mim é pura novidade, mas meu irmão fotografou o exemplar da foto no Vale das Antas, próximo a ponte do mesmo nome. Eu nunca soube da existência dessa ave pelas bandas da Serra Gaúcha. Mas vamos supor que sempre existiu! Se elas estão saindo de seu habitat e indo para locais que nunca tinham sido observadas, pode significar alguma alteração ambiental. Há comentários de aparecimento destas aves até por São Marcos. Três usinas Hidroelétricas foram construídas recentemente no Vale do Rio das Antas: Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho (http://www.cnpuv.embrapa.br/publica/artigos/relusina/ ). Teriam provocado desequilíbrio e o deslocamento do habitat desta espécie?

*Em tempo:

1-Não confundir Vale das Antas com local de nascimento de alguns(as) articulistas de ZH!
2-Espero que não se invente um novo prato para a culinária local: tucano com polenta...
Sobre tucano do bem:

11 de fev de 2007

Apertem os cintos, o Estado sumiu. Flávio Koutzii

Após a desastrada tentativa de aprovar o "seu" tarifaço, a governadoraYeda surpreende novamente o povo gaúcho apresentando outro pacote. Estetrás um conjunto de medidas destinadas a cortar gastos da administraçãoestadual para combater o inimigo público número um do momento, o déficitdas finanças. E contra o qual não há que medir-se sacrifícios. Mas apergunta é: sacrifício de quem?As medidas anunciadas estabelecem um corte de 30% nas despesas decusteio de todas as áreas, incluindo saúde, educação, segurança eagricultura.

Está prevista também a centralização da autorização paranovas dívidas, corte de 20% dos cargos em comissão, congelamento denovos gastos por cem dias, suspensão de pagamento de fornecedores pararenegociação e adoção do regime de caixa. O objetivo é atingir a meta deredução das despesas de custeio em R$ 458 milhões no ano de 2007.Para além da questão se as medidas são factíveis ou não, está desde jáanunciando o seu mais perverso resultado: a ausência, o sumiço, aomissão do estado na garantia dos direitos mais elementares da populaçãoe, em especial, daquela parcela que mais precisa de políticas públicasque possibilitem o acesso à educação, à saúde, à segurança.Estas medidas terão uma nefasta conseqüência para o início do ano letivocom a falta de professores que não serão contratados, o não pagamento dotransporte escolar, e as prateleiras vazias sem merenda, só para ficarnesses exemplos.

Na segurança, as viaturas não andarão por falta de combustível, os PM'sda Operação Golfinho não receberão suas diárias, e não serão contratadosnovos policiais e nem adquiridos novos equipamentos.Na saúde, aumentará a falta de remédios, os municípios não receberão osrepasses orçamentários devidos pelo estado, não serão contratados novosmédicos.Na agricultura, poderemos ter a volta da aftosa com o aprofundamento dosucateamento do sistema de vigilância sanitária de nosso rebanho.Para alguém que se elegeu prometendo o novo, há algo de podre no ar.Reivindicada como uma obra do governo FHC, a Lei de ResponsabilidadeFiscal tem servido como a bíblia que orienta a tecnocracia do novogoverno. Se é verdade que ela tem seus méritos, peca em um dos pilarespara que se resolva o tema do déficit das finanças públicas: a receita.Para o governante que gastar, as penas da lei; para o governante que,criminosamente, abrir mão de receita, as benesses do capital.Os diversos governos estaduais integrados pelo PSDB, e com apoio dagovernadora Yeda, foram, no mínimo, perdulários no trato da receita.

O que se assistiu durante a década de 90 e nos primeiros anos deste séculofoi um festival de anistias fiscais, perdão de multas, pouco ou quasenenhum combate à sonegação e um sem-fim de contratos de incentivosfiscais, insenção de ICMS para grandes empresas, em regiões jádesenvolvidas, e que, muitas vezes, estabeleceram uma concorrênciadesleal dentro da mesma cadeia produtiva.Durante o governo Olívio, tanto a receita quanto a despesa foram alvo deatenção. Não foram concedidas anistias com perdão de multas, se combateua sonegação, se restringiu o uso do Fundopem - democratizando-o com aparticipação dos trabalhadores -, e se investiu na matriz produtivalocal. Foi implementado o Orçamento Participativo para que a populaçãodecidisse sobre a prioridade dos gastos e investimentos públicos.

O Resultado foi que o Rio Grande cresceu mais que o dobro da médianacional e atingimos o superávit orçamentário. Durante a campanhaeleitoral, apresentamos uma proposta de redução de impostos vinculada àgeração de empregos e ao desenvolvimento de nossa matriz produtiva.A persistir este misto de omissão e ideologia sobre o verdadeiro papeldo estado - e sobre as causas de sua crise -, somado ao apoio da grandemídia, que tem funcionado como uma espécie de "levantador" no jogo devôlei, logo estarão criadas as condições para a venda do Banrisul e aprivatização de outras estatais.Até agora, o novo jeito de governar não apresentou nenhuma proposta decomo pretende trabalhar o tema da receita e, tampouco, uma proposta dedesenvolvimento econômico.

O sacrifício exigido é sobre o povotrabalhador, os micro, pequenos e médios empreendedores, a juventude eos agricultores, justamente quem não tem mais o que dar.

http://www.flaviokoutzii.com.br
http://www.flaviokoutzii.com.br/boletim/boletim-10.htm

7 de fev de 2007

O Velho Aurélio tinha razão


Na campanha eleitoral para a prefeitura de Porto Alegre em 2004, o então candidato José Fogaça falava em "mudar o que está ruim e continuar com o que é bom para a cidade”... Passados dois anos, percebo que a afirmação não era mais do que uma empulhação contra os eleitores, que pediram para ser enganados. O ex-senador deve dedicar-se mais a compor músicas natalinas. Ganha a cidade de Porto Alegre!


No dia 15 de Novembro de 2006, um dia em que as portas do inferno abriram-se sobre a cidade, resolvi dar um giro e percorri a mesma rota do dia 31/12/2004; último dia da administração do “ partido que mais roubou no Brasil” ; o PT. Desci o morro Sta Tereza via Vila Cruzeiro e fui em direção à Zona Sul, Ipanema via orla. Voltei pela Perimetral ( a III) até o Aeroporto. Do Aeroporto, via BR116 procurei o primeiro viaduto de retorno e voltei pelo outro lado do trem metropolitano. Passei pela Vila Humaitá, parei na praça do mesmo nome. Depois na Vila Farrapos. Daí, desci a "Volunta" até a Rodoviária. Subi a Independência, contornei o Parcão e finalmente a av. Ipiranga, Érico Veríssimo, José de Alencar e Correa Lima. Pronto... Estou em casa.


Moral da história:...Constatei o que até os quadrúpedes ruminantes podem facilmente constatar: Porto Alegre está a cara de José Fogaça e Eliseu Santos. Que prefeiturinha mentirosa essa! Que gente mentirosa. A cidade está SUJA, o asfalto esburacado, o Dilúvio assoreado (agora em obras a paço de ameba) com taludes desmoronando, sinaleiras estragadas, lâmpadas acesas em linhas inteiras, crianças brotando dos bueiros nas esquinas, moradores de rua completamente desassistidos...


Alguém perguntaria: e as obras da nova prefeitura "a cara da cidade"? As grandes obras são as do PT que não soube usar os dividendos. Esta semana a articulista política de Zero Hora (o jornal que atribui sua nota no próprio nome, segundo o chargista Santiago) Rosane de Oliveira, uma “çumidade” da política local, divulgou a primeira grande obra da atual administração: os Portais da Cidade...


Outra peça com "a cara da cidade" foi o Porto Alegre EM CENA! Luciano Alabrarse se superou. Os espetáculos foram para uma minoria (inclusão social em teatro, nem pensar), e a escolha das peças? Voltou a famosa e internacionalmente conhecida panelinha. A “nova cara da cidade” não gosta de nordestinos, e primou pelo isolamento de grupos locais.


Nem vou comentar as questões obscuras como corrupção no gabinete do Alcaide, licitações canceladas pelo Ministério Público, a do lixo, por exemplo, e a desarticulação do Orçamento Participativo! Mas eu não deveria ser tão radical assim! Não posso dizer que não há inclusão social nesta administração. Há, mas com a nova cara da cidade que é a cara de Fogaça e Eliseu Santos. Inclusão de personalidades da nova prefeitura nas colunas sociais desses jornalecos que infectam nossas bancas todos os dias! E o Plano Diretor? Está sendo submetido à seções intensivas de botox...com fiscais fazendo ouvido de mercador. A “prefeitura com a cara da cidade” inaugurou uma nova metodologia contra os moradores da orla do Lago Guaíba: a “exclusão cidadã”; que consiste em se fazer de cega quando algum morador do tipo “pessoa de bem” constrói uma obra junto a orla e interrompe o passeio de moradores pelas margens do Guaíba. A culpa é da Justiça! Acredite, pelas palavras o Secretário Beto Moesh (também conhecido como o mordedor de índias), e provocando espanto nos participantes do programa Conversas Cruzadas (menos, é claro, em Lasier Martins). Mas o maior espanto, não é este, é o conselho do Plano Diretor, onde 2/3 dos participantes são representantes do ramo imobiliário e nem com lupa podem ser encontrado algum integrante do IAB.


O Alcaide de Porto Alegre declarou no final de 2006 que levaram dois anos para arrumar a casa (de tão desarrumada que estava) e agora vão governar para fora! Mas que eficiência, heim? Essas pecinhas que ocupam o Paso Municipal declaram toda sorte de leviandades: o culpado das enchentes é a chuva, do lixo nas esquinas são os papeleiros e a população, o entulho no dilúvio são os porto-alegrenses (e é bom que se diga, eleitores seus), as lâmpadas apagadas a culpa é do roubo de fios e das constantes quedas de luz, obviamente. Seguindo a linha, a completa e total falta de segurança (coisa que o Alcaide prometeu, mesmo sendo assunto que não lhe diga respeito) provavelmente é culpa do Lula; Rigotto, que Rigotto? Germano Rigotto é uma santa alma que saiu incólume após quatro anos de um desastrado governo; e ao que parece assistiremos ao mesmo filme nos próximos quatro e penosos anos da Miss Pescoço!


Mas o que me indigna mais não é essa gentalha que está ocupando o Paço Municipal, provisoriamente eu espero, mas é o povinho que o elegeu democraticamente. Um bando de imbecis que acreditam nesta mídia “calunista”, parcial, comprometida com seus interesses corporativos; e pior do que isso, incapaz de discernir os avanços que Porto Alegre teve durante a gestão da Frente Popular, e no buraco que a administração atual está nos colocando.
Eu espero que parte da população volte a raciocinar minimamente com seu próprio cérebro, e não com o de certos articulistas da mídia local e do "oráculo robótico" que estão mais interessados na manutenção de suas vantagens do que o bem comum. Caso contrário saberemos a real finalidade dos Portais da Cidade muito antes do término da atual administração... Uma saída de emergência para os porto-alegrenses fugirem de um governo que se diz a "cara da cidade".

Se Porto Alegre é demais, então tchau FOGAÇA!!!
*E por falar em Fogaça, o Velho Aurélio tinha razão...



6 de fev de 2007

Sampa e José Serra no buraco!

AUSÊNCIA DE UM LÍDER PARA ESTA HORA
Paulo Henrique Amorim ( do BLOG CONVERSA AFIADA)
Máximas e Mínimas 96
. Ao fim do sexto dia da crise da cratera, o Governador do Estado de São Paulo disse três coisas:
. Primeiro, socorrer as vitimas.
. Segundo, a culpa é dos empreiteiros.
. Terceiro, temos que esperar o IPT. (*)
. O que aconteceu em São Paulo foi um crime.
. Praticado por seres humanos, que, se houver Justiça, pagarão por ele na cadeia.
. Foi um dos maiores acidentes de obra pública, produzido pelo homem, num grande centro urbano brasileiro.
. Que afeta o sistema de transportes de uma cidade que, todas as manhãs e todas as noites, corrói um pedaço de cada cidadão que vai e volta do trabalho.
. O que está em jogo é a segurança de TODO o trabalho de 13 km feito debaixo da terra, no coração da cidade, por empreiteiros que se revelaram ineptos.
. O que está em jogo é a coluna vertebral da ideologia do partido que governa São Paulo há doze anos e governou o Brasil por oito anos e, por muito tempo, embalou o sonho de fazer o Brasil "avançar" – como dizia Fernando Henrique Cardoso.
. O PSDB sem a privatização é o Catolicismo sem a Eucaristia.
. Torna-se o PFL de Higienópolis.
. O que está em jogo é o tipo de concorrência de "porteira fechada", o "turn key", que o Governador Geraldo Alckmin assinou e que delegou inteiramente às empreiteiras a gestão da coisa pública.
. É como se o subsolo da cidade de São Paulo pertencesse a um grupo de empresas privadas, que não precisavam dar satisfação a ninguém.
. E o Governador de São Paulo disse: a culpa é dos empreiteiros.
. Provavelmente é o que ele deseja. Porém, quem determina a culpa, numa democracia, é o Judiciário.
. Depois, Serra disse que o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) é que vai dizer o que aconteceu.
. É o que o Governador deseja.
. Problema numero um. O IPT é do Governo de São Paulo.
. Portanto, suspeito – o que não desmerece a qualificação e a probidade do IPT.
. Problema dois. Para o governador, o laudo do IPT é o que vai valer. Mas, não será necessariamente o laudo que vai valer para o Ministério Público; para a Polícia; para o Legislativo do Estado; a Imprensa; os banqueiros; as seguradoras; cada cidadão que for à Justiça reclamar seus direitos.
. O Governador Serra tem uma pequena dificuldade de entender que a democracia não é uma tirania – logo, o Executivo não é tudo.
. O laudo do IPT pode sair, se tudo der certo, em seis meses.
. Se sair antes, corre o risco de ser mal feito, como o trabalho de fornecedores da Linha 4, que queriam andar muito rápido para ganhar bônus.
. E o líder de São Paulo vai esperar seis meses para tomar uma atitude?
. E até lá, quem vai governar São Paulo? As emissoras de tevê?
. Como explicar o comportamento do Governador do Estado?
. Hipótese um: está difícil encontrar uma saída política que não jogue o PSDB de São Paulo (FHC e Alckmin e, portanto, Serra) no limbo político.
. Hipótese dois. Serra acredita que a eleição de 2006 foi a vingança de 2002.
. Ao se eleger Governador, na verdade, ele se elegeu o Presidente que não pode ser em 2002. E, por quatro anos, cumpriria a tarefa de Governar o Estado como governou a Prefeitura de São Paulo – como um obstáculo que se antepunha à ascensão à Presidência.
. Portanto, ele ainda estaria, psicologicamente, em 2002.
. Quando bastava ligar para a Globo, para a Folha e o Estado - e a crise da cratera sumiria em três dias.
. Dessa vez, aconteceu um imprevisto nos planos presidenciais: a Globo não está mais sozinha. A Record, desde domingo passado, puxou a Globo para a disputa pela cobertura da crise. E as duas puxaram o resto.
. Em 2006, não basta ligar para João Roberto Marinho, Ruy Mesquita e Otavio Frias Filho para conter a imprensa escrita.
. Em 2006, havia um bicho novo, que se chama internet, que se chama portal da internet, que se chama blog, que puxa a imprensa escrita – e não o contrário, como era em 2002.
(Uma dúvida: pode o PSDB de São Paulo sobreviver num ambiente com um pouco mais de liberdade de imprensa?)
. E tem a terceira hipótese, a mais trágica. Serra não seria o líder para essa hora.
. Serra é um economista/engenheiro.
. Não é um líder político. Não é um estadista.
. Entende tanto de liderança política quanto JK entendia de medicina.
. Serra não é o Rudy Giuliani do 11 de setembro.
. Esta hora é grave. A população de São Paulo olha para o céu, com medo da chuva, e, para baixo, com medo do que tem sob os pés.
. É um sentimento de medo primitivo, original.
. Mexe com as entranhas da comunidade, com sua sobrevivência.
. Nessa hora, a comunidade precisa de um líder.
. Depois da tragédia da Linha 4, Serra não esclareceu, não consolou, não conduziu, não inspirou, não deu esperança.
. Depois da bancarrota do Great Crash, ao assumir a Presidência dos Estados Unidos, em 1933, Franklin Roosevelt disse: "Não temos nada a temer, a não ser o próprio medo".
. Ao assumir o cargo de Primeiro Ministro, num gabinete de Guerra, em 1940, Churchill disse ao Parlamento: "Nossa política é fazer a guerra... Nosso objetivo é a vitória. Vamos juntos, para a frente, como uma só força".
. Ao assumir o Ministério da Justiça, em junho de 1953, Tancredo Neves disse: " ... sairemos depressa das dificuldades em que nos encontramos, pois nem tudo no nosso passado são erros. Nem tudo no nosso presente são vacilações, nem tudo no nosso futuro são incertezas".
. Três lideres.
(*) O Governo de São Paulo suspendeu o pagamento do trecho da obra que desabou. Foi uma decisão "administrativa" do Metrô, disse Serra. Quer dizer, diante da crise, uma única providência: burocrática, de Tesouraria. Serra disse também que só soube da decisão DEPOIS que tinha sido tomada. Esta afirmação é o equivalente ao trecho da nota das empreiteiras que põe a culpa na chuva.

5 de fev de 2007

Nossa Senhora dos Navegantes, Rogai Por Nós!


Quem foi à procissão de Nossa Senhora Dos Navegantes e avistou Yeda e Fogaça com suas respectivas trupes, pode perceber que nas proximidades vinha, também, Olívio Dutra. Em alto e bom tom a população espontaneamente passou a ovacionar: OLÍVIO, OLÍVIO, OLÍVIO, para o constrangimento dos demais, hoje ocupantes de antigos cargos de Olívio Dutra. Não há uma “cara da cidade” e nenhum um “novo jeito de governar” que convença a população de Porto Alegre de que essa turminha seja melhor do que Olívio Dutra; mesmo tendo ele "mandado a Ford embora". Para nossa imprensa medíocre, Olívio Dutra esteve "convenientemente" transparente na procissão, como era de se esperar! Yeda e Fogaça, por mais que tentem, não conseguem simpatia popular. Yeda Crusius nem tenta!