28 de fev de 2010

Grupo RBS – Obsessão pela mentira e manipulação!


Ato I

“Os brasileiros optaram inequivocamente pela democracia e pelo exercício pleno das liberdades individuais e coletivas quando saíram às ruas para exigir eleições diretas ou quando pintaram o rosto para repudiar a corrupção.”

Aqui, nós e a RBS concordamos em 101%. Qualquer pessoa que preze a democracia, em especial quem viveu o período da ditadura militar, deve concordar com o que está escrito nesta linha do editorial de ZH. Contudo, como é sabido até pelas emas que povoam nossa campanha, ZH não conta totalmente a verdade. Aliás, bem ao feitio da imprensa brasileira - misturar verdades e mentiras dão um toque realista aos desavisados!

A grande imprensa, e vamos usar o tom irônico, “deste país” esteve carnalmente engajada e alinhada a Ditadura Militar, tendo inclusive participação ativamente na repressão de idéias, sendo melhores do que o próprio rei. Há suspeitas de que alguns jornalões forneciam veículos para os órgãos repressores. Alguns posts abaixo se pode constatar de que lado estava Zero Hora e o Grupo RBS: da cidadania amparada pela constituição, ou da ditadura, amparada pela construção de um imaginário popular sendo distorcido pala imprensa golpista nacional – o PIG.


Um parêntese: Sobre o PIG e sua participação na ditadura militar implantada no Brasil em 1º de Abril de 1964.

Folha de São Paulo

Protesto contra o uso da palavra "ditabranda" na sede do Grupo Folha. No banner, uma referência à famosa foto de Vladimir Herzog morto após uma sessão de tortura, se lê: "A ditadura militar no Brasil, segundo a Folha de S. Paulo".

Em 17 de fevereiro de 2009, num editorial criticando o governo de Hugo Chávez na Venezuela, o jornal se referiu à ditadura militar brasileira como uma "ditabranda". Como a Folha de S. Paulo é o jornal de maior circulação do país, as reações ao uso da palavra foram quase imediatas.

Entre os primeiros a condenarem a utilização do termo estavam os leitores do próprio jornal e os professores da Universidade de São Paulo Maria Victória Benevides e Fábio Konder Comparato. O jornal respondeu que "respeita a opinião de leitores que discordam da qualificação aplicada em editorial ao regime militar brasileiro". Apesar disso, tentou desqualificar as cartas enviadas por Benevides e Comparto, pois eles alegadamente "até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba". De acordo com a Folha de S. Paulo, a indignação deles era "cínica e mentirosa".

A utilização do termo "ditabranda" rendeu ao jornal duras críticas em fóruns de discussão na internet e em outros veículos de mídia, tais como as pequenas revistas de esquerda Fórum, Caros Amigos (que publicou matéria de capa sobre a utilização do termo), e Carta Capital.

Nenhuma dessas críticas, entretanto, teve tanta visibilidade quanto uma reportagem intitulada "O escândalo da ditabranda" exibida pela Rede Record no Domingo Espetacular. A reportagem exibiu provas de que o Grupo Folha mantinha ligações com os órgãos de repressão da ditadura, conforme já havia denunciado Gaspari em seu livro. A Folha de S. Paulo rechaçou as acusações e denunciou a ligação entre a Igreja Universal do Reino de Deus, o que fez com que a Record exibisse a reportagem de novo no Jornal da Record e a colocasse em seu canal oficial no YouTube. Wikipédia

Zero Hora

Foi fundado em 4 de maio de 1964 servindo de porta-voz do Regime Militar (1964-85). Sua antiga sede localizava-se na rua Sete de Setembro, centro de Porto Alegre. Em 1969, foi inaugurada a sede na avenida Ipiranga, bairro Azenha[1]. O edifício da Sete de Setembro passou a ser a sede do ZH Classificados e do Classidiário. Wikipédia .

Basta pesquisar os arquivos de jornais para se constatar a ativa participação na condução da opinião pública. Os primeiros posts do blog Zero Fora tratam exatamente disso.

Quanto a pintar rostos pelo fim da corrupção, parece que Zero Hora e o Grupo RBS só estão preocupados pela corrupção ao norte do Mampituba. Afinal, 92 milhões de Reais em verbas piblicitárias calam a boca de qualquer um; o que dizer da famiglia Sirostky!

Editorial cínico de Zero Hora



24 de janeiro de 2010 - zero hora - grupo rbs

EDITORIAIS

OBSESSÃO PELO CONTROLE

Os brasileiros optaram inequivocamente pela democracia e pelo exercício pleno das liberdades individuais e coletivas quando saíram às ruas para exigir eleições diretas ou quando pintaram o rosto para repudiar a corrupção. Desde que passaram a exercer livremente o direito de escolher seus representantes, os eleitores deste país vêm praticando o saudável exercício da alternância no poder – ora optando por governantes mais conservadores, ora apostando em lideranças mais ousadas. Entre acertos e erros, porém, os cidadãos deste país jamais se livraram completamente das ameaças representadas por grupos localizados nos dois extremos do espectro ideológico, que sistematicamente tentam impor à nação suas ideias antidemocráticas. É o que se percebe agora por parte de alguns integrantes da administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda que o chefe da nação tenha demonstrado ao longo de sua carreira política total comprometimento com as liberdades democráticas.

Mas os adeptos do totalitarismo não desistem. Obcecados pelo controle do pensamento alheio, de vez em quando eles ressuscitam projetos autoritários disfarçados de avanços sociais. Foi assim com a frustrada tentativa de criação de um Conselho Nacional de Comunicação no primeiro mandato do presidente Lula, que ganhou nova versão na Conferência Nacional de Comunicação, realizada em dezembro do ano passado. Mais recentemente, o chamado “controle social” dos meios de comunicação foi outra vez contemplado num dos capítulos do polêmico Programa Nacional de Direitos Humanos, que conjuga boas intenções e inexplicáveis aberrações. Por fim, surge agora no texto-base da Conferência Nacional de Cultura, programada para março, a mesma ladainha autoritária afirmando que “o monopólio dos meios de comunicação representa uma ameaça à democracia e aos direitos humanos”.

Sensível às queixas dos setores ameaçados pelos rompantes autoritários de seus colaboradores, o presidente Lula tem procurado atenuar sistematicamente o radicalismo de alguns de seus assessores que, ao que tudo indica, gostariam de transformar os brasileiros em títeres de suas ideias. Querem controlar os meios de comunicação, a produção artística, a investigação científica e tecnológica, as opiniões e os meios de produção. Sob o falso pretexto de combate ao monopólio da comunicação – numa afronta à inteligência dos cidadãos que podem optar livremente pela escolha dos veículos de informação e entretenimento que melhor lhes satisfazem –, esses tiranos infiltrados no comando da nação tentam impor o pensamento único ao pluralismo de ideias e visões vigente atualmente no país.

O verdadeiro monopólio – e o mais nocivo, cruel e desumano – é o uso do poder para controlar as pessoas e restringir suas liberdades.

27 de fev de 2010

Secretário de Saúde de Porto Alegre, assassinado na saída de um culto!



"Quatro homens teriam se aproximado do veículo em que estava o secretário e apenas um homem teria feito os disparos, segundo a polícia. Ainda está sendo investigado o motivo do assassinato." Sidnei Rezende
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“A melhor proposta foi a do Instituto Sollus”

O envolvimento do nome do prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), nas investigações sobre a ação de uma organização criminosa especializada em desviar dinheiro público, especialmente na área da Saúde, poderia ter sido evitado se ele tivesse dado ouvido às advertências feitas em 2007, quando a Prefeitura anunciou a contratação do Instituto Sollus, até então um ilustre desconhecido no RS. Sediado em São Paulo, o referido instituto foi tornado de utilidade pública pelo ex-governador de São Paulo, Geraldo Alkmin (PSDB), pelo decreto 50.191/2005. O vice-presidente institucional do Sollus, Argemiro França Lopes, era, na época, primeiro-secretário do Secretariado do Terceiro Setor do PSDB de São Paulo.

Na época, o Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre fez uma representação ao Ministério Público Federal apontando irregularidades na contratação do instituto. Em nota oficial divulgada dia 29 de agosto de 2007, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul disse que a Saúde estava de luto em Porto Alegre. “Desentendimentos jurídicos entre a prefeitura e a Faurgs e a contratação da pouco conhecida OSCIP Sollus deixam a saúde de Porto Alegre na UTI”, criticou o sindicato. Na Câmara de Vereadores, os partidos de oposição também contestaram a contratação feita sem licitação. Na época, o secretário municipal da Saúde e vice-prefeito, Eliseu Santos (PTB), defendeu a qualidade do Instituto Sollus para passar a gerir a terceirização do programa. O prefeito José Fogaça também defendeu a contratação, dizendo que o Sollus havia feito a melhor proposta. Em entrevista à rádio Gaúcha, dia 21 de agosto de 2007, Fogaça afirmou:

“Nós chamamos várias instituições daqui do Rio Grande do Sul e, inclusive se apresentou essa instituição de São Paulo. Entre todas as cinco que se apresentaram, esta apresentou os melhores documentos e evidentemente o preço mais baixo, entre todas as instituições que tinham os documentos completos e que atendiam a legislação, então, essa é a razão.”

Em agosto de 2009, a prefeitura rescindiu o contrato com instituto por “problemas na prestação de contas”. Antes disso, durante 24 meses, o Sollus faturou cerca de R$ 57,6 milhões em Porto Alegre. Por ocasião da rescisão do contrato com o instituto, Fogaça evitou comentar as razões da mudança: “O fim do convênio foi uma questão de escolha. Fizemos apenas uma decisão por algo novo”. Fogaça avaliou que o Sollus prestou um “excelente trabalho para a cidade”, ainda que a Prefeitura tenha decidido pelo fim da parceria.

Marco Weissheimer
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Isso cheira a queima de arquivo!

O jeito Yeda Crusius (PSDB-RS) de governar é o mesmo de Teo Vilela (PSDB-AL) e provavelmente o de todo PSDB!

Foto de 25/02/2010 - Próximo ao Hotel Jatiuca

Repete-se de norte a sul do Brasil, a lógica de Segurança Pública do PSDB.

22 de fev de 2010

Projeto "Os Donos da Mídia"


"Este projeto nasceu ainda na década de 80, a partir de um trabalho pioneiro elaborado pelo jornalista Daniel Herz. Sua fase pública tornou-se viável após o surgimento de recursos disponibilizados pelas novas tecnologias de informação e de comunicação. Também contribuiu para isso a publicização de dados sobre concessões e permissões de emissoras de rádio e televisão, além das participações societárias destas entidades, que passaram a ser difundidos por sistemas interativos da Agência Nacional de Telecomunicações e do Ministério das Comunicações.

O esforço que aqui iniciamos inclui a necessidade de permanente atualização e validação destes dados, proporcionando informações consistentes e confiáveis sobre este panorama. Para isso, esperamos contar com todos os cidadãos e entidades dispostos a colaborar com a construção de uma sociedade onde a democratização da comunicação não seja apenas uma quimera."
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Com a quantidade fabulosa de mecanismos de informação, o PIG continua desinformando somente os imbecis. Facilmente podem-se desmontar suas mentiras e o que é pior, suas deliberadas e seletivas omissões.

Palestra de Wanderley Guilherme dos Santos parte 2



Entendendo sobre o funcionamento da mídia (PIG-Partido da Imprensa Golpista)

Palestra de Wanderley Guilherme dos Santos parte 1



Entendendo sobre o funcionamento da mídia (PIG-Partido da Imprensa Golpista)

Herbert José de Souza e a comunicação.



Alguns pensamentos de Herbert de Souza, o Betinho, sobre a comunicação.

"A democratização das nossas sociedades se constrói a partir da democratização das informações, do conhecimento, das mídias, da formulação e debate dos caminhos e dos processos de mudança."

"A luta pela democracia é que desenvolve o mundo e ela se constrói com e através da comunicação."

"A Globo informa o que quer e como quer, desde que isso não vá contra o pensamento oficial. Se existe um poder soberano neste país, ele é a Rede Globo de Televisão. E o mais importante é que ela exerce esse poder graças ao Governo Federal, e sem ter sido eleita por pessoa alguma. Só em uma ditadura poderia existir semelhante poder sem controle social."

21 de fev de 2010

O PIG está com "dor de corno" até hoje!


Homenagem a Daniel Herz na CONFECOM

A 1ª Conferência Nacional de Comunicação, teve milhares de oficinas, plenárias e debates espalhados igualmente por milhares de lugares pelo país no ano de 2009. De todas as maneiras os meios de comunicação tentaram sabotar o evento, com ativa participação do Ministro Hélio Costa, alinhado ao PIG (Partido da Imprensa Golpista).

Pode-se dizer qualquer coisa desta conferência, menos que tenha sido anti-democrática. Fato que pode ser facilmente comprovado, pela nominata dos homenageados, no discurso de abertura, transcrito abaixo.
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Discurso de abertura da 1ª Conferência Nacional de Comunicação

CONFECOM- 14/17 DEZ 2009
EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA,
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, Chefe do governo que, com a
realização desta Conferência, ajuda a quebrar o silêncio e a
invisibilidade que encobria a comunicação no país.
EXMO. DEPUTADO SENHOR TEMER, PRESIDENTE DA
CÂMARA DOS DEPUTADOS.

EXMO. SENHOR MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES,
HÉLIO COSTA, que, ao realizar a pré-conferência em
setembro de 2007, sinalizou a vontade do governo de instalar
no país este processo de consulta popular.


EXMO. SENHOR MINISTRO-CHEFE DA SECRETARIA DE
COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA,
FRANKLIN MARTINS, peça fundamental neste intrincado
xadrez político de negociação entre setores com vontades
políticas tão díspares.


MINISTRO-CHEFE DA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA
DA REPÚBLICA, LUIZ DULCI, homem de articulação e de
condução do processo que, nos primeiros contatos indicou os
passos necessários para construirmos esta inédita esfera
pública que se consolida nesta etapa nacional da conferência.

EXMO. SENHOR JOHNNY SAAD. Quero saudá-lo por
reconhecer na Abra e na Telebrasil a parte empresarial do
setor de comunicação disposta ao debate e à negociação.
Sem dúvidas, homens de negócio preocupados com a
soberania nacional e com a democratização da comunicação
que se negaram a participar de sabotagens ou
desqualificação deste espaço público construído
coletivamente a duras penas.

SENHORAS E SENHORES, EXMOS. SENHORES
PARLAMENTARES
Em especial, a deputada Luiza Erundina, incansável
lutadora por um cenário democrático na comunicação
nacional.

SRS. CONVIDADOS INTERNACIONAIS E NACIONAIS.
SRAS DELEGADAS E DELEGADOS, OBSERVADORES
DESTA CONFERÊNCIA.

COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS DA IMPRENSA.
Quero saudar, ainda que de maneira especial os
militantes da sociedade civil, organizados nas préconferências
estaduais e nacional, os companheiros das
Comissões de Direitos Humanos, de Ciência e Tecnologia, da
Comissão de Legislação Participativa da Câmara de
Deputados. Os companheiros da Comissão Organizadora
Nacional, depois desdobrada nas Comissões Organizadoras
Estaduais, pois foi esta sociedade civil quem verdadeiramente
pavimentou o caminho para a realização desta conferência. E
fez isto de maneira responsável e madura, dando exemplo,
ao limite, de tolerância e espírito público.

Faço isso em nome de três mulheres incansáveis em seu
espírito de luta, e imbatíveis na sua disposição de
negociação: companheira Rosane Bertotti, da CUT;
companheira Roseli Goffman, do CFP; e a companheira
Berenice Mendes, da ANEATE; que percorreram esse país
como verdadeiras guerreiras da Confecom.

Esta conferência, senhor Presidente, senhores ministros,
deve realizar, no nosso entendimento, três propósitos
fundamentais:
1) De um lado, romper o silêncio com que a mídia trata a
própria mídia. Iniciar a retirada do véu de autolegitimação
absoluta que encobre o sistema de comunicação brasileiro.
Propor, finalmente, o debate sobre escolhas de políticas de
comunicação nunca realizadas de forma pública. Esta
conferência possibilitará ao povo brasileiro finalmente
incidir sobre o modelo de comunicação – comunicação, por
sua vez, cada vez mais determinante na vida política,
econômica e cultural do país.

2) Por outro lado, esta conferência permitirá ao governo –
após receber os diagnósticos, as propostas, os consensos
e os dissensos – construir uma agenda para a área e,
assim, iniciar a elaboração das políticas públicas
necessárias. Estas políticas devem, por um lado,
democratizar o sistema, permitindo o acesso universal e a
possibilidade de fala para cada brasileiro. Por outro, deve
permitir a convergência tecnológica com base em um
serviço público que garanta a soberania nacional e a
diversidade regional brasileira.

3) E também, senhor Presidente e senhores Ministros, é
missão desta conferência já anunciar a próxima
conferência. Devido à resistência histórica dos setores
conservadores, não podemos permitir que este enorme
esforço de organização se perca. Precisamos
institucionalizar este processo.

Este evento guiou-se desde o seu começo por uma tensão
de setores que defendiam o debate público para as escolhas
de políticas que permitissem uma democratização efetiva do
setor e por quem, na tentativa de manter o status quo,
tentou desqualificar o processo. Por isso esta conferência é
uma vitoria dos estão aqui, daqueles que sabendo o papel
estratégico da comunicação, pretendem construir
coletivamente um ambiente regulado socialmente, que
atribua ao sistema uma dimensão civilizada fora, como diz o
professor Murilo Ramos, da terra de bang bang em que se
transformou o setor.

O que precisamos, senhor Presidente, senhores Ministros,
senhoras e senhores, é uma comunicação que cumpra seu
papel de principal construtora da cultura. Um amálgama da
identidade nacional a partir das diversidades regionais. O
povo brasileiro não pode ter mais um tutor ideológico lhe
dizendo o que gostar e o que não gostar.

Não precisamos de “Grandes Irmãos” nos dizendo o que
somos. Ao invés disso, precisamos por um fim à
criminalização dos movimentos sociais e das rádios
comunitárias. Precisamos de políticas que modifiquem a
situação brasileira de ser um país com os piores índices de
leitura de jornais da América Latina, que encontre uma
solução para a crise de financiamento do rádio brasileiro. Que
compreenda, enfim, a dimensão estratégica que a
comunicação tem para a soberania nacional. Precisamos
urgentemente estabelecer regras que, de maneira
intransigente, defendam o princípio constitucional da
liberdade de expressão ao mesmo tempo em que reconheçam
que esta liberdade não é de alguns e que, portanto, só será
garantida por leis constitucionalmente estabelecidas.

Finalmente, senhoras e senhores, quero saudar
especialmente a feliz idéia de homenagear o jornalista Daniel
Herz. Este evento pode ser considerado como uma espécie de
acontecimento-síntese da idéias de Daniel. Sua luta pode ser
resumida na criação do FNDC - Fórum Nacional pela
Democratização da Comunicação - que pretende, em última
análise, capacitar e mobilizar a sociedade para as questões
da comunicação e, a partir desta potencialidade socialmente
construída, elaborar legislação e regulação democráticas.
Acho que esta conferência cumpre uma obrigação histórica de
distingui-lo, e quero fazê-lo na figura de seus dois filhos aqui
presentes, o Fernando e o Guilherme Herz.

Assim, senhoras e senhores, iniciamos neste momento
uma reunião histórica com a responsabilidade de debater,
sistematizar e encaminhar para futuras políticas, seis mil
propostas recolhidas em mais de 200 conferências
municipais, 26 estaduais e distrital, e outras tantas livres e
virtuais. Inauguramos, portanto, um inédito e necessário
espaço público que finalmente incorpora este aspecto
essencial da vida nacional que é a comunicação.

Obrigado.

Celso Augusto Schröder
Coordenador Geral do FNDC
Vice-presidente da FENAJ
Presidente da FEPALC

Recuperando o que foi 1ª Conferência Nacional de Comunicação!


Esquecendo, por hora, o jornaleco da Azenha vamos recuperar o que foi a 1ª Conferência Nacional de Comunicação.
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A Conferência

De acordo com o Decreto Presidencial publicado no dia 16 de abril de 2009, a I Conferência Nacional de Comunicação terá como tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” e será realizada nos dias 14, 15, 16 e 17 de dezembro de 2009 no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

Ela será presidida pelo Ministério das Comunicações e contará com a colaboração direta da Secretaria Geral da Presidência e da Secretaria de Comunicação Social. Na Portaria 185, de 20 de abril de 2009, foram instituídos os órgãos do poder público e as instituições da sociedade civil que compõem a Comissão Organizadora, responsável por regular todos os aspectos da Conferência.

Ela é composta por oito representantes do Executivo Federal, dezesseis representantes da sociedade civil, divididos entre entidades do movimento social (7) , organizações do setor privado-comercial (8) e mídia pública (1). Os trabalhos serão encaminhados por meio de três comissões internas: 1) Comissão de Logística; 2) Comissão de Metodologia e Sistematização; e 3) Comissão de Divulgação.

No dia 26 de maio de 2009 foi publicada a Portaria 315, que relaciona os nomes dos representantes de todas as entidades e órgãos do poder público que fazem parte da Comissão Organizadora. No dia 29 de maio, foi feita uma retificação por meio da Portaria 337, alterando a nomeação do Ministério da Justiça e indicando a deputada Luiza Erundina como titular da Câmara dos Deputados, junto com o deputado Paulo Bonhausen.

Após várias reuniões e acordos, no dia 02 de setembro de 2009 foi publicado o Regimento interno da I Confecom, documento fundamental para que acontecessem as etapas preparatórias e eletivas da Conferência, publicado por meio da Portaria 667.

Após o Regimento Interno, outras resoluções que saíam a partir de negociações na Comissão Organizadora Nacional foram sendo publicadas como a Resolução N°01, que trata define os eixos temáticos e alguns pontos da metodoogia da I Confecom, a Resolução N° 02 que flexibiliza o prazo para realização das etapas estaduais, a Resolução N°03, que recomenda as comissões organizadoras que convocarem conferências estaduais ou municipais, que observem a segmentação tripartite e equilibrada na composição, que deve ser composta pelo Poder Público, Sociedade Civil e Sociedade Empresarial.

As Resoluções de N°04, N° 05 e N°06, respectivamente, convocam as Conferências estaduais no Amazonas, Santa Catarina e Rondônia, estados onde, até o dia 06 de outubro, data em que foram publicadas as resoluções, as etapas estaduais não haviam sido convocadas nem pelos Governos estaduais nem pelas Assembléias Legislativas.

Comissão Nacional de Pró-Conferência de Comunicação



Um grupo de entidades encabeçou aquilo que os Donos da Mídia e empresários golpistas tentaram enterrar no nascimento, por Decreto Presidencial(em abril de 2009), de todas as maneiras. O processo iniciou com a seguinte nominata:

1. COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS DA CÂMARA DO DEPUTADOS
2. COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA
3. COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
4. ABCCOM – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CANAIS COMUNITÁRIOS
5. ABEPEC - ASSOCIAÇÃO B. DAS EMISSORAS PÚBLICAS, EDUCATIVAS E CULTURAIS
6. ABGLT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS
7. ABI - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA
8. ABONG – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONGS
9. ABRAÇO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA
10. ABTU - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TV UNIVERSITÁRIA
11. AMARC-BRASIL – ASSOCIAÇÃO MUNDIAL DAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS
12. ANDI - AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DOS DIREITOS DA INFÂNCIA
13. ARPUB – ASSOCIAÇÃO DAS RÁDIOS PÚBLICAS DO BRASIL
14. ASTRAL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TVs E RÁDIOS LEGISLATIVAS
15. CAMPANHA QUEM FINANCIA A BAIXARIA É CONTRA A CIDADANIA
16. CEN - COLETIVO DE ENTIDADES NEGRAS
17. CFP – CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA
18. CONFERP - CONSELHO FEDERAL DE PROFISSIONAIS DE RELAÇÕES PÚBLICAS
19. CONUB - CONSELHO NACIONAL DE UMBANDA
20. CUT – CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES
21. ENECOS – EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
22. FENAJ – FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS
23. FENAJUFE - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS SERVIDORES DO JUDICIÁRIO E DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
24. FITERT – FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE RÁDIO E TELEVISÃO
25. FITTEL - FEDERAÇÃO I. DOS TRABALHADORES EM TELECOMUNICAÇÕES
26. FML - FÓRUM DE MÍDIA LIVRE
27. FNDC – FÓRUM NACIONAL PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO
28. FÓRUM DE ENTIDADES NACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS
29. INESC – INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS
30. INTERVOZES – COLETIVO BRASIL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
31. LaPCom – LABORATÓRIO DE POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO
32. MMM - MARCHA MUNDIAL DE MULHERES
33. MNDH – MOVIMENTO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS
34. MNU - MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO
35. MST – MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA
36. OAB – ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL
37. PFDC – Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão – Ministério Público Federal
38. RENOI - REDE NACIONAL DOS OBSERVATÓRIOS DA IMPRENSA
39. RITS - REDE DE INFORMAÇÕES PARA O TERCEIRO SETOR
40. UNE - UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES

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O PIG(Partido da Imprensa Golpista) tentou de todas as maneiras boicotar, sabotar e não informar o que estava acontecendo. A sociedade queria discutir,democraticamente,os meios de comunicação!

FNDC
Comissão Pró-Conferência
1ªConferência Nacional de Comunicação

Ungidos pela ditadura militar!



A Bênção!

Pois é, jornal que nasce um mês depois do golpe militar de 1º de abril de 1964, precisa estar abençoado pelos valorosos defensores da família cristã contra ideologias contrárias à sua tradição democrática, não é mesmo???



Bênção do Gen. Mário Poppe de Figueiredo, comandante do III Exército depois do golpe, com direito a bilhete escrito de próprio punho para não deixar dúvida a sua autoria:

“Recebi com muita simpatia o aparecimento de Zero Hora. Com a orientação de propugnar pelos ideais cristãos e democráticos do povo brasileiro, será mais uma voz a conduzir a opinião pública no Rio Grande do Sul nos rumos tradicionais de nossa formação histórica. Auguro a Zero Hora uma longa e próspera existência.”


Teve até registro fotográfico deste momento histórico!



No seu terceiro dia de existência, a edição de 6 de maio de 1964 era só elogios! Igualzinho, igualzinho a hoje.

A autopromoção vem de berço.



Pescado de ZeroFora
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Ter sido aspergido pala bênção da ditadura militar, não coisa para qualquer um!

Vamos recuperar um pouco da história de Zero Hora!



“Servir ao povo é o nosso lema”

Nasce hoje um novo jornal, autenticamente gaúcho. Democrático. Sem compromissos políticos. Nasce com um único objetivo: servir ao povo, defender seus direitos e reivindicações, dentro do respeito às leis e às autoridades.O aparecimento de Zero Hora, totalmente desligada da Rede Nacional de jornais que anteriormente editava Última Hora, somente foi possível com a compra do controle acionário da Editora Flan S.A. por um grupo de representantes das diversas classes sociais.A par de sua orientação, Zero Hora se manterá na linha de defesa dos princípios cristãos e de apoio a todos que, sem medir esforços ou sacrifícios, lutam para impedir a implantação em nosso país de ideologias contrárias às nossas tradições democráticas.

Zero Hora conserva alguns redatores e colunistas do jornal anterior, pela posição que esses profissionais desfrutam na imprensa gaúcha, bem como nomes realmente expressivos e já consagrados pelo público.Ao entregar o 1º exemplar de Zero Hora, queremos agradecer às agências de publicidade e a todos anunciantes que prestigiam o lançamento deste jornal. Ao mesmo tempo, asseguramos aos leitores dar o máximo de nossos esforços para manter a melhor qualidade possível ao novo rebento da imprensa gaúcha.



“Houve a extinção do Última Hora por razões políticas e o seu sucedâneo, é claro, deveria estar afinado com as contingências da ditadura. Mesmo os seus pró-homens nunca negaram as raízes do jornal. Zero Hora, indiscutivelmente, foi concebido como cria do autoritarismo. Zero Hora nasce num momento histórico de derrubada do Estado democrático, permanecendo de mãos dadas com os donos do poder político.”

(...) Ary de Carvalho adquire o jornal, muda o nome para Zero Hora. No primeiro editorial, de 4 de maio de 1964, conforme Galvani (1995, p. 461), lemos:
‘Nasce hoje um novo jornal, autenticamente gaúcho. Democrático. Sem compromissos políticos. Nasce com um único objetivo: servir ao povo, defender seus direitos e reivindicações, dentro do respeito às leis e às autoridades.’
A partir de 1965, a empresa passa a se chamar Empresa Jornalística Sul-Rio-Grandense. Dois anos mais tarde, Maurício e Jayme Sirotsky compram a participação do grupo que está associado a Ary de Carvalho e, a partir de 1970, adquirem a parte do fundador do Zero Hora. O jornal muda o logotipo, moderniza-se e altera os padrões administrativos.”*
*GUARESCHI, Pedrinho & BIZ, Osvaldo (org.). Diário gaúcho: Que discurso, que responsabilidade social?- Porto Alegre: Evangraf, 2003.


(31 de Agosto de 2007)
Pescado de ZeroFora

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Zero Hora já nasceu mentindo. Zero Hora nasceu servindo a Ditadura Militar implantada em 1° de Abril de 1964 (Dia dos Bobos). E serviu melhor do que a encomenda!

Porto Alegre x Maceió

Vista para o sul da Praia da Guaxuma

Igualmente a Porto Alegre, a Câmara de Vereadores de Maceió é repleta de patifaria por um número significativo de vereadores. Número suficiente para a aprovação de projetos que atentam ao meio-ambiente e ao interesses da coletividade; falo dos cidadãos e não das empreiteiras.

A bola comeu solta para os vereadores e órgãos ambientais responsáveis pela liberação das obras.

Pois foram liberadas a construção de mais de trinta torres com trinta e cinco andares no litoral norte de Maceió.

Com algumas diferenças:

A primeira é que em Maceió não existe um jornal em que o dono também é dono de construtora!

A segunda é a praia! Ah... que praia!!!!

19 de fev de 2010

Do site do Paulo Henrique Amorim


Enquete:

Sugestão do amigo navegante Marcos Doniseti: Qual o título que FHC merece ganhar ?

  • Doutor Honoris Causa inveja da popularidade e do sucesso do Presidente Lula (38%, 978 Votos)
  • Doutor Honoris Causa privatizações (17%, 451 Votos)
  • Doutor Honoris Causa compra de votos para aprovar a reeleição em proveito próprio (15%, 380 Votos)
  • Doutor Honoris Causa chamar os aposentados de vagabundos (12%, 317 Votos)
  • Doutor Honoris Causa derrota de candidatos do PSDB em eleição presidencial (6%, 158 Votos)
  • Doutor Honoris Causa desemprego (5%, 133 Votos)
  • Doutor Honoris Causa dívida com o FMI (3%, 68 Votos)
  • Doutor Honoris Causa aumento dos juros para 45% ao ano (2%, 40 Votos)
  • Doutor Honoris Causa racionamento (1%, 32 Votos)
  • Doutor Honoris Causa maxi-desvalorização do Real (1%, 23 Votos)
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17 de fev de 2010

Impagável

Férias...


Horroroso cenário na Garça Torta, bairro no litoral norte de Maceió, ontem ao entardecer. Por aqui passaram vários blocos carnavalescos cada qual com suas performances pedindo um "ajutório" para manter o "tanque cheio" até o próximo boteco.
Há vantagens extras; não sinto o mau cheiro do Governo Yeda Crusius e seus asseclas, muito menos de Fogaça e catrefa, porém corro o risco de cruzar com Lasier Martins!

A similaridade da pilantragem de políticos considerados pela “mídia amiga” como “pessoas de bem”, une viceralmente o Rio Grande do Sul e Alagoas!

15 de fev de 2010

O PIG não engoliu a Conferência Nacional de Comunicação...


Direita midiática conspira em São Paulo
No dia 1º de março, no Hotel Golden Tulip, na capital paulista, as estrelas da direita midiática estarão reunidas num seminário cinicamente batizado de “1º Fórum Democracia e Liberdade de Expressão”. Não faltarão críticas a Conferência Nacional de Comunicação, sabotada pelos donos da mídia, e às idéias democratizantes do Plano Nacional de Direitos Humanos. O presidente Lula ficará com a sua orelha ardendo. Será rotulado de autoritário, populista e de outros adjetivos. O evento tentará unificar o discurso da mídia hegemônica para a disputa presidencial de 2010.

Os inscritos que desembolsarem R$ 500 poderão ouvir as opiniões de famosos reacionários sobre as “ameaças à democracia no Brasil” e as “restrições à liberdade de expressão”. Marcel Granier, dono da golpista e corrupta RCTV, que teve sua outorga cassada pelo governo venezuelano, fará a palestra de encerramento. A lista de palestristas convidados causa náuseas: o fascistóide Denis Rosenfield, o racista Demétrio Magnoli, o pitbul Reinaldo Azevedo, o bravateiro Arnaldo Jabor, o líder da seita xiita Opus Dei, Alberto Di Franco, além de vários comentaristas da TV Globo.

O sinistro Instituto Millenium

O evento, que tem o apoio da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert) e da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), é uma iniciativa do sinistro Instituto Millenium. Esta entidade reúne poderosos banqueiros, industriais e barões da mídia e pretende ser um centro de aglutinação dos defensores da “economia de mercado”, como descreve seu sítio. Ela é presidida por Patrícia Carlos Andrade, que foi analista dos bancos Icatu e JPMorgan, e é filha do falecido jornalista Evandro Carlos de Andrade, um dos mentores da Central Globo de Jornalismo.

O instituto não tem nada de neutro ou plural. É controlado pelas corporações empresariais. Entre os mantenedores estão Jorge Gerdau, o barão da siderurgia, Sergio Foguel, da Odebrecht, Pedro Henrique Mariani, do Banco BBM, Salim Mattar, do grupo Localiza, e Marcos Amaro, da TAM. O gestor do fundo patrimonial da Millenium é Armínio Fraga, o ex-presidente do Banco Central na era neoliberal de FHC. Os barões da mídia têm expressiva presença na entidade. Entre os dez principais mantenedores estão João Roberto Marinho, das Organizações Globo, e Roberto Civita, da Abril. Seu conselho editorial é dirigido por Eurípedes Alcântara, diretor de redação da Veja.

A resposta dos movimentos sociais

O repórter Adriano Andrade, num excelente artigo para o jornal Brasil de Fato, demonstrou que o Instituto Millenium representa a nata da direita brasileira. Patrícia Andrade chegou a assinar o “manifesto contra a ditadura esquerdista na mídia”, escrito pelo fascistóide Olavo de Carvalho. A entidade também promove anualmente o risível “dia da liberdade de impostos”. Para o repórter, a Millenium lembra duas instituições que tiveram papel de relevo na preparação do golpe militar de 1964 – o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) e o Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais (IPES), ambos financiados pelo governo dos EUA e pelos grupos monopolistas nativos.

O evento de 1º de março bem que mereceria uma resposta organizada dos movimentos sociais, alvo das manipulações constantes da mídia hegemônica. O demonizado MST, as ridicularizadas centrais sindicais, a estigmatizadas entidades estudantis, além das forças opostas a todos os tipos de discriminação, como a de gênero e a racial, poderiam aproveitar este evento conspirativo da direita midiática para protestar contra a “criminalização dos movimentos sociais e pela autêntica liberdade de expressão”. Nada mais democrático do que protestar contra a ditadura da mídia.

http://altamiroborges.blogspot.com/2010/02/direita-midiatica-conspira-em-sao-paulo.html

Senador de muita cara de pau!



O Senador Pedro Simon afirmou para um plenário do Senado Federal, vazio, que "2010 poderá ser lembrado como o ano em que o país, pela primeira vez, adotou um ato contra a impunidade."

Defendeu a convocação uma Constituinte para tratar sobre a ética partidária, partidos e financiamento público de campanhas. Brilhante o Senador.
Vamos esperar que esta maré atinja as terras ao sul do Mampituba.
Sentados...

10 de fev de 2010

Um Pouco mais do presidente LULA


FHC, o farol, o sociólogo, entende tanto de sociologia quanto o
governador de São Paulo, José Serra, entende de economia. ??.
Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de miseráveis e
pobres à condição de consumidores; que não entende de economia, pagou
as contas de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos
ricos.

Lula, o “analfabeto”, que não entende de educação, criou mais escolas
e universidades que seus antecessores juntos, e ainda criou o PRÓ-UNI,
que leva o filho do pobre à universidade.

Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas, elevou o
salário mínimo de 64 para mais de 200 dólares, e não quebrou a
previdência como queria FHC para entregá-la às empresas de medicina de grupo.

Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da nação e disse
que o Brasil está melhor que o mundo. Embora o “PIG” – Partido da
Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.

Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada,
reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país
liderança mundial de combustíveis renováveis.

Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e
colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser
respeitado e enterrou o G-8.

Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi
sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros
do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce
liderança absoluta sem ser imperialista. Tem fácil trânsito junto a
Chaves, Fidel, Obama, Evo etc. Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.

Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro
no Supremo (desmoralizado por brancos), uma mulher no cargo de
primeira ministra, e pode fazê-la sua sucessora.
Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha e afrontou
nossa fidalguia branca de lentes azuis.

Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes,
criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o
Estado investir, e hoje o PAC é um amortecedor da crise.
Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a
indústria automobilística a bater recorde no trimestre.

Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência
entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais
poderosas e influentes no mundo atual.
Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já
tinha empatia e relação direta com Bush – notada até pela imprensa
americana – e agora tem a mesma empatia com Obama.(Este é o Cara")
Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador,
é amigo do tal John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de
negociador, lá, nos “States”.

Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa,
é ator da mudança geopolítica das Américas.
Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca
estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna
interlocutor universal.

Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de
bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e
fora do Brasil.

Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é
um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para dialogar com
Israel.

Lula, que não entende nada de nada, é melhor que todos os outros.

Pedro R. Lima, professor
Fonte: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=22717

6 de fev de 2010

Da série, "Deus ajuda quem cedo madruga" e "dopo la tempesta"!

Alguns cenários só podem ser apreciados em determinados horários.

Gosto especial aqueles após algum temporal, como foi o caso!

Esta fotografia foi feita através da técnica “HDR” sem a qual seria impossível identificar todas as cores.