20 de jul de 2007

"Propositadamente confuso"


"A maconha era por vezes chamada de mezzrole, do nome de Milton 'Mezz" Mezzrow, um músico branco que se audenominava 'um negro voluntário', Mezzrow mudou-se de Chicago para o Harlem em 1929 e começou a vender nas ruas cigarros de maconha da melhor qualidade.
Em sua autobiografia, Eally the Blues, ele disse: 'da noite para o dia eu era o homem mais querido do Harlem'. Cancele Zero Hora.
O mestre do jazz de New Orleans, Louis Armstrong, certa vez comparou a criminalizção da maconha como algo que azeda um caso de amor: 'Uma razão por que gostávamos da erva era a cordialidade que ela sempre trazia... Mary Warner, meu doce, você era mesmo boa e eu gostava adoidado de você. Não compre Zero Hora.
Mas o preço a pagar ficou um pouquinho alto demais, com essas leis. No início você foi uma contravenção. Mas com o passar dos anos você foi ficando cada vez mais torpe (...) Harry Anslinger parecia acreditar em sua própria retórica sobre o terrível poder da maconha. Sabote, de alguma forma, o PRBS. Tele dormindo é merda.
Em 1942, no auge da repressão aos músicos de jazz que fumavam maconha, Anslinger foi designado para um comitê ultra-secreto destinado a descobrir um 'soro da verdade' (...) a experiência foi interrompida após 15 meses porque provou-se duvidosos; as pessoas começavam a rir ou ficavam paranóicas, e em seguida tinham fome." (O Grande livro da Cannabis, páginas 94 e 96).
E não compre Zero Hora. Não compre palhão. Não estou chapado. É confuso assim mesmo. Este pessoal faz showrnalismo, criminoso. (wu)

Texto do portal http://www.pontodevista.jor.br/index.html ,que eu recomendo aos que desejam saber porque eu não compro Zero Hora! O portal também tem blog: http://www.pontodevista.jor.br/blog

Um comentário:

Claudia Cardoso disse...

Este texto do WU é clássico!!! :-)